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domingo, 10 de março de 2019

Recurso Didático Pedagógico: Parábola do Semeador

Minha amiga Cirlene, evangelizadora da nossa Casa, como sempre muito inspirada, elaborou esse recurso pedagógico maravilhoso. São caixas de sapato, simplesmente que são abertas revelando seu real valor e objetivo conforme a parábola, simbolizando como recebemos no terreno do nosso coração os ensinamentos de Jesus.

Há muito tempo atrás caminhava um homem por vários lugares. 
Ninguém lhe sabia o nome. 
Só lhes chamavam de o Semeador, porque ao caminhar
ocupava-se de lançar sementes por onde andava.
Então, caminhando por estradas, lançou sementes...
Mas, logo que o semeador partiu, os pássaros do céu ligeiros comeram todas!

Propositadamente deixamos aparecer a caixa de sapatos, que também poderia ser uma outra qualquer.

Seguindo no caminho mais à frente, lançou sementes que também caíram entre espinhos... 
                                            Mas, ooohhh! 
Das sementes que germinaram, logo todas foram sufocadas pelos espinhos que cresceram muito!

Ao levantar parte da tampa já aparecem os primeiros brotos que nasceram, porém quando se abre um pouco mais surgem mais espinhos a sufocarem.



Aqui nessa foto aparecem os dois lados para visualização do terreno de espinhos.

Continuando a marcha, também lançou sementes que caíram entre as pedras...
Lindas folhas germinaram, mas logo o sol aqueceu as pedras que as secaram as todas!

Ao se levantar parte da caixa aparecem também os primeiros sinais de germinação, porém as pedras sufocaram-nas impedindo-as de se desenvolverem normalmente.

Novamente uma visão panorâmica do não desenvolvimento das sementes que caíram nesse terreno pedregoso.

Mais adiante, o Semeador, lançou sementes que caíram em terra fértil!


E logo brotaram folhagem, que deram grandes árvores frondosas, de raízes profundas!
Seus frutos multiplicavam em outras tantas sementes devolvendo ao Semeador,
lindo cenário verdejante e acolhedor!Onde teve boas condições para plenamente frutificar.

É como se fosse um "antes" e "depois" com o mero levantar da tampa da caixa. Note-se que para dá esse efeito "pop up" foram utilizadas bandejas de ovos para enfatizar a imagem tridimensional.

Obs: Importante usar um peso de fundo para segurar a caixa na posição quando estiver aberta.

Bem assim queridas crianças, são os ensinamentos de Jesus em nossos coraçãozinhos...
Ao deixar-mos de orar, perdoar ajudar o próximo, sem estas práticas, as destas boas condutas cristãs, 
afastaremos para longe as sementes dos ensinamentos de Jesus!
Ao permitirmos que as tristezasdores a as decepções nos sufoquem as lições de amor de Jesus,
jamais compreenderemos seu divino testemunho de amor a todos nós!
Se dermos atenção aos impedimentos, desvios e afastamentos, por qualquer motivos e,
atendendo somente os apelos que o mundo material nos oferecem,
retardaremos a marcha da evolução de nosso espírito ao caminho do bem!

Depois da encenação do teatro e explicação dos terrenos e interpretação da parábola, chamamos três trabalhadoras da comunidade que participam do posto de assistência desde criancinhas do nível I para que testemunhassem algo que ficou bem vivo em sua memória ao longo desse tempo de semeadura aqui no posto de assistência Augusto Elias da Silva.


Andreia, que começou na evangelização infantil aos 4 aninhos, hoje trabalhadora da mocidade, falou que o que ficou mais vivo na memória dela, ao longo desses anos de participação no posto de assistência foi a importância de dizer não aos vícios. Que na comunidade local é comum as pessoas fazerem festas, churrascos e todos beberem até cair. E essa lição ela jamais esquece até hoje.

Rosimere, também chegou bem pequena, hoje trabalhadora das práticas artesanais da mocidade, disse que quando evangelizava crianças, aplicava o curso alcoolismo, certa vez foi buscar o pai embriagado em determinado lugar, uma evangelizanda, chamada Bárbara, a surpreendeu interpelando: Como a senhora ensina pra gente que a bebida faz mal pro corpo físico e espiritual e agora tá aqui? Encontrou-se numa situação embaraçosa mas conseguiu explicar o propósito de lá estar em função do vício do pai. Desse episódio ela nunca se esquecerá.

Elaine, hoje evangelizadora infantil, afirmou que sempre ouvia as tias dando aulas e tinha o sonho de também ajudar nessa área. Hoje concluiu esse sonho!
Que lindas histórias!!! Gratidão por ter participado desses momentos.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

domingo, 5 de maio de 2013

Mãezinha

Quando o Pai Celestial precisou colocar na Terra as primeiras criancinhas,
chegou à conclusão de que devia chamar alguém que soubesse perdoar
infinitamente.
De alguém que não enxergasse o mal.
Que quisesse ajudar sem exigir pagamento.

Que se dispusesse a guardar os meninos, com paciência e ternura, junto do
coração.
Que tivesse bastante serenidade para repetir incessantemente as pequeninas
lições de cada dia.
Que pudesse velar, noites e noites, sem reclamação.
Que cantarolasse baixinho, para adormecer os bebês que ainda não podem
conversar.
Que permanecesse em casa, por amor, amparando os meninos que ainda não
podem sair à rua.
Que contasse muitas histórias sobre a vida e sobre o mundo.
Que abraçasse e beijasse as crianças doentes.
Que lhes ensinasse a dar os primeiros passos, garantindo o corpo de pé.

Que os conduzisse à escola, a fim de que aprendessem a ler.

Dizem que nosso Pai do Céu permaneceu muito tempo, examinando,
examinando... e, em seguida, chamou a Mulher, deu-lhe o título de Mãezinha
e confiou-lhe as crianças.
Por esse motivo, nossa Mãezinha é a representante do Divino Amor no mundo,
ensinando-nos a ciência do perdão e do carinho, em todos os instantes de
nossa jornada na Terra. Se pudermos imitá-la, nos exemplos de bondade e
sacrifício que constantemente nos oferece, por certo seremos na vida
preciosos auxiliares de Deus.                                    

Meimei. por Francisco Cândido Xavier.
Do Livro: Pai Nosso

sábado, 30 de junho de 2012

Passo a passo do Chapéu Junino Artesanal

Arquivo em construção. Aguarde!!!

Confraternização Junina - Mensagens de Estudo

A idéia é utilizar textos com trovas de Cornélio Pires, retiradas do livro: Baú de Casos, após isso, cada grupo irá apresentá-lo no estilo designado: repentista, caipira e catira. Vai ser muito engraçado!!! Já estou imaginando!!!

Problema de Queixas

Tenho aqui sua consulta,
Meu caro Raimundo Seixas;
Você pede opinião
Quanto ao problema das queixas.

Sem rodeios sobre o assunto,
Posso afirmar, meu irmão,
Toda queixa, quase sempre,
É conversa gasta em vão.

A gente chora, reclama,
No entanto, o caso é sabido:
Lamentação sem trabalho
É voz de tempo perdido.

Cada pessoa recebe
Certo serviço a fazer,
Somos nós servos da vida,
Cada qual em seu dever

Se o espírito é rebelde,
Perante o mínino encargo,
Inclina-se para a fuga
Começando em verbo amargo

Lastima-se contra o tempo
Em tudo, seja onde for,
Censura-se o pó, a pedra,
O vento, o frio, o calor...

Mas nessa história de queixas,
Você pode registrar:
Quem caminha reclamando
Principia a piorar.

Dever é um fardo do Céu
E a quem o vote a desprezo,
Surge uma lei vigorosa
Impondo ao fardo mais peso.

Parece que Deus nos cede
Uma cruz de dons extremos,
Fugindo a ela, encontramos
As cruzes que merecemos.

Você recorda o Alexandre,
Clamava contra chefias...
Depois, ficou sem trabalho
Por mais de quinhentos dias.

Chorando quatro cruzeiros,
Saiu Antonico Brotas,
Vindo logo a tromba d´água,
Levou-lhe o colchão de notas.

Reclamando anel perdido,
A irada Dona Rosenda,
Transportando vela acesa,
Incendiou a fazenda.
Ao queixar-se contra a esposa,
Laurindo da Conceição
Atirou dez mil cruzeiros
Na fogueira de São João.

Zangando-se contra a chuva
Dona Liquinha Pastura,
Ao correr, teve uma queda
De quatro metros de altura.

Penso hoje, caro irmão,
Pelas provas que já vi:
A pessoa, em se queixando,
Perde o controle de si.

Após a morte do corpo
É que se vê quanta gente
Lastima o tempo perdido
Ao zangar-se inutilmente.

Anote o caso em você,
Em você e em derredor:
Na vida de quem se queixa
A vida fica pior.

Se você quer ser feliz
Na terra e no Mais Além,
Trabalhe, siga e prossiga
Sem se queixar de ninguém.

Cornélio Pires

Provas e Calamidades

Você nos pergunta, em carta,
Meu caro Alfeu Segismundo,
Como encontrar alegria
Nas graves provas do mundo.

E continua afirmando:
- Cornélio, o que diz você?
Tanta lágrima na Terra,
Não sei explicar porquê...

Basta ler, ouvir e ver,
Nos campos de informação,
E a gente sofre pensando
Em tanta tribulação.

É guerra que não se acaba,
É desespero alastrando,
É clima destemperado,
Calamidades em bando....

É tromba d´água caindo,
Geada, seca, maré...
Amargura e insegurança
Surgem na falta de fé.

É desastre, a toda hora,
É murro de força bruta...
De que modo ser feliz
Em meio de tanta luta?

Digo, porém, caro amigo,
Que a Terra foi sempre assim:
- A escola que sempre educa,
Tanto a você, quanto a mim.

Você sabe: o educandário
Em que a gente se renova
Reclama trabalho, esforço,
Lição, disciplina e prova...

Mas se quer felicidade,
Medite, prezado Alfeu,
Nas cousas boas da vida
Que você já recebeu.

Pense nas almas queridas
Que o situaram no bem,
Nos recursos que o protegem,
Nas amizades que tem.

Olhe o poder que possui
De buscar o que lhe agrade,
Você consegue mover-se,
Conforme a própria vontade.

Lembre o sono que desfruta,
A mesa que o reconforta,
A fonte jorrando em casa,
O pão que lhe vem à porta.

Recorde a sombra vencida
Pelos dons da luz acesa,
Os recursos do progresso
E as bênçãos da natureza.

Medite nos animais
Que sofrem no dia a dia,
Para que o prato lhe seja
Um transmissor de alegria.

Pense nos dias tranquilos
De estudo, de calma e prece,
Nas horas somente suas
Em que ninguém lhe aborrece.

Então, você notará,
De atenção célere e pronta,
Que os benefícios da Terra
São benefícios sem conta.

Em síntese, caro amigo,
No mundo, a gente, a meu ver,
Muito pouco sofreria
Se soubesse agradecer.

Se você quer progredir
Na luz que Deus nos consente,
Esqueça a conversa mole,
Largue a queixa e siga em frente.

Cornélio Pires

Notícia da Sombra

Prezada Marta Eliana,
Deseja você que eu diga
Como é que se vê do Além
A trajetória da intriga.

De tratamento difícil
A sua estimada carta.
Não sei como respondê-la...
Desculpe, querida Marta.

Comparo a intriga à uma sombra
Que atrapalha qualquer vida,
Por dentro do coração
Em que seja recebida.

Para notar-lhe de perto
A força estranha e nefasta,
Certa vez, acompanhei-a
Nas trilhas onde se arrasta.

Notei-a falando baixo
Com Zeferina do Alfeu,
Decorridos alguns dias
A coitada enlouqueceu.

Outra porta que se abriu
Foi a de Gino Delgado,
O pobre, depois de ouvi-la,
Atirou sobre o cunhado.

Em seguida, conversou
Com Dona Flora Bonilha,
Dona Flora transtornada
Espancou a própria filha.

Tomou a atenção de Juca,
Sobre o filho, o João Libório;
O pai, depois de alguns dias,
Rumou para o sanatório.

Buscou a loja de Zeca
Pixando Elísio Coutinho;
No outro dia, Zeca, em fúria,
Avançou sobre o vizinho.

Observe a confusão,
Onde a sombra ganha pé,
Principalmente nas casas
Que se dedicam à fé.

Grupo Espírita modelo,
Era o Centro de Irmã Rosa,
Que após aceitar a sombra,
Acabou-se em polvorosa.

Ela, um dia, penetrou,
No Instituto da Oração,
Em pouco tempo, o Instituto
Caiu em perturbação.

Um grupo de caridade,
Era o de Irmã Genoveva,
O grupo abraçou a sombra,
Depois envolveu-se em treva.

Tome cuidado... A pessoa
Que acolhe a intriga onde esteja
Adoece sem notar
A influência malfazeja.

Não tema. Você conhece...
Onde a sombra se detém,
A conversa vai saindo
Dos alicerces do bem.
Quanto ao mais, lembro o conselho
do velho Cirino Horta:
-“Quando a intriga aparecer,
Nada ouça e cerre a porta.”

Cornélio Pires

sábado, 12 de maio de 2012

Técnica: TV Maternal

Ao longo da programação havia o apresentador e seu câmera man que envolvia a todos com os recados do coração, chamando as crianças para apresentarem e sobretudo com a entrevista.

Perguntas:
1. Qual é o nome da sua mãe? Qual frase que ela te disse que mais marcou sua vida?
2. Se sua mãe tivesse aqui agora, o que você diria a ela?
3. O que ficou mais marcante na convivência com a sua mãe?
4. Qual foi a maior lição que você aprendeu com a sua mãe?
5. Quando se fala na palavra mãe, de que você se lembra?
6. Em que cidade você morava quando criança e o que tinha no seu quintal que mais lembrava a figura materna?
7. Qual era o prato/receita que sua mãe mais gostava de preparar para vocês quando criança?
8. Que frase sua mãe gostava de dizer?
9. Quais eram os conselhos que ela dava a você?

A caixa de sapato foi encapada com EVA e o rolo de papel alumínio também, e na ponta uma bola de papel encapada com tecido e flores na lateral. Simples, não?





quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

À procura de Jesus


Homem considerado galileu
Trinta e três anos
Pele clara e expressão triste
Cabelos longos e barba maltratada
Marcas sanguinolentas nas mãos e nos pés
Caminha habitualmente, acompanhado de mendigos e vagabundos, doentes e mutilados, cegos e infelizes
Onde aparece, freqüentemente, é visto, entre grande séquito de mulheres sendo algumas de má vida, com crianças esfarrapadas
Quase sempre está seguido por doze pescadores e marginais
Demonstra respeito para com as autoridades, determinando se dê a Cesar o que é de Cesar, mas espalha ensinamentos contrários à Lei antiga, como sejam:
-o perdão das ofensas;
-o amor aos inimigos;
-a oração em favor daqueles que nos perseguem ou caluniam;
-a distribuição indiscriminada de dádivas com os necessitados;
-o amparo aos enfermos, sejam eles quais forem e chega ao cúmulo de recomendar que uma pessoa espancada numa face ofereça a outra ao agressor
Ainda não se sabe se é um mágico, mas testemunhas idôneas afirmam que ele multiplicou cinco pães e dois peixes em alimentação para mais de cinco mil pessoas, tendo sobrado doze cestos
Considerado impostor por haver trazido pessoas mortas à vida, foi preso e espancado
Sentenciado à morte, com absoluta aprovação do próprio povo, que o condenou, de preferência à Barrabás, malfeitor conhecido, recebeu insultos e pedradas, sem reclamar, quando conduzia a cruz às costas
Não se ofendeu, quando questionado pela Justiça, complicando-se-lhe a situação, porque seus próprios seguidores o abandonaram nas horas difíceis
Sob afrontas e zombarias, foi crucificado entre dois ladrões
Não teve parentes que lhe demonstrassem solidariedade, a não ser sua Mãe, uma frágil mulher que chorava aos pés da cruz
Depois de morto, não se encontrou lugar para sepultá-lo, senão lodoso recanto de um túmulo por favor de um amigo
Após o terceiro dia do sepultamento, desapareceu do sepulcro e já foi visto por diversas pessoas que o identificaram pelas chagas sangrentas dos pés e das mãos
Esse é o homem que está sendo cuidadosamente procurado
Seu nome é Jesus de Nazaré
Se puderes encontrá-lo, deves segui-lo para sempre

Espírito: MARIA DOLORES
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Coração e Vida" -EDIÇÃO IDEAL