O NOSSO AMIGO GILBERTO, COMO SEMPRE PRESTATIVO, ENVIOU-NOS ESSE PLANO DE AULA PARA O 1ºDOMINGO DE MAIO.
Objetivos:
. Reconhecer a grandeza de Deus Nosso Pai que nos deu a Terra (mãe Terra), com tudo de bom que ela possui (comparar com as mães) para nossa evolução.
. Conhecer a história de Maria, mãe de Jesus aqui na Terra, e que pela sua bondade pode ser considerada nossa mãe Santíssima, conforme Humberto de Campos no Livro Boa Nova, cap. 30...
.Ver em Jesus o modelo de filho a ser seguido, Livro Boa Nova.
. Despertar a necessidade de valorizar aquela que recebemos para sermos nossa mãe e ajudar no que estiver ao nosso alcance.
. Reconhecer que através da prece podemos ajudar em nossa casinha...
. Identificar na obediência, no respeito e no cumprimento dos deveres, a melhor forma de gratidão por tudo que recebemos da nossa mãe.
. Iniciar o trabalho da confecção das lembrancinhas.
. Ver a possibilidade de confecção de um cartãozinho.
. Preparar a apresentação par ao Pingo de Gente.
Aprendendo com Jesus
. Receber as crianças com alegria, servir o lanche, fazer a chamada Som, cd’s, lanche, chamada.
. Mostrar um coração de TNT, retirar desse coração várias gravuras que compõem o Planeta Terra (nuvens, sol, árvore, carneirinhos, etc). Colar no globo terrestre (grande). Dizer para as crianças que Deus Nosso Pai nos deu a Terra com tudo que tem de bom... as plantas, os animais, (lembrar que os animais também têm mamãe), a Terra é como se fosse nossa mãe.... Globo terrestre de Isopor e figuras com velcro.
. Retirar do coração a figura de Maria e do Anjo Gabriel. Dizer às crianças que ela foi escolhida por Deus Nosso Pai, que enviou o Anjo Gabriel, para avisar a Maria que ela seria a mamãe de Jesus aqui na Terra... Junto também estava José que foi escolhido para ser o papai. Eles receberam Jesus num dia muito especial, num local muito simples que representa a humildade... * Maria depois que Jesus voltou para o Plano Espiritual foi morar numa casinha (usar casinha feita de caixas de leite cobertas com camurça), naquele lugar Maria ajudava a todos que precisavam: os doentes, os tristes, ali também ela foi considerada a Mãe Santíssima.
. Usar várias gravuras que serão coladas e formará uma casinha, as figuras das mães serão as paredes e das crianças ajudando serão o telhado. Concluir com a figura de Jesus. *(Retirar do coração a figura de uma mulher – falar que Deus Nosso Pai também preparou uma mãe para todos nós. Que ela um dia conheceu o papai e esperaram muito tempo por você... apresentar gravura de mãe grávida, apresentar outras figuras e ir explorando os conteúdos: mãe segurando um bebê (dia que chegou), mãe preparando alimentos, mãe cuidando da roupa, mãe ajudando as atividades do lar. * Retirar gravuras das crianças ajudando no lar, e formar os telhados: criança orando, criança ajudando, criança conversando com pais, guardando os brinquedos, lavando os tênis... * Figuras mães atividades * Figuras crianças ajudando * Figura de Jesus * Montar as figuras para formar a casinha.
. Iniciar junto com as crianças a apresentação para o Pingo de Gente. ( Cada sala tem que programar)
Iniciar a confecção das lembrancinhas e confecção do cartãozinho para as mães.
. Continuar o ensaio para o Pingo de Gente.
Esse singelo espaço virtual está destinado aos evangelizadores do Jardim de Infância; aos que se dedicam com carinho e cuidado daqueles pequenos seres em processo evolutivo; que necessitam de orientações sadias e proveitosas. Naveguem! Consultem! Pesquisem! Sugiram! Participem! Sonhem com uma sociedade evangelizada e feliz! Essa é a nossa missão! Evangelize! Coopere com Jesus!
www.jardineirasdeplantao2.blogspot.com
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Mãezinha
Quando o Pai Celestial precisou colocar na Terra as primeiras criancinhas,
chegou à conclusão de que devia chamar alguém que soubesse perdoar
infinitamente.
De alguém que não enxergasse o mal.
Que quisesse ajudar sem exigir pagamento.
Que se dispusesse a guardar os meninos, com paciência e ternura, junto do
coração.
Que tivesse bastante serenidade para repetir incessantemente as pequeninas
lições de cada dia.
Que pudesse velar, noites e noites, sem reclamação.
Que cantarolasse, baixinho, para adormecer os bebês que ainda não podem
conversar.
Que permanecesse em casa, por amor, amparando os meninos que ainda não
podem sair à rua.
Que contasse muitas histórias sobre a vida e sobre o mundo.
Que abraçasse e beijasse as crianças doentes.
Que lhes ensinasse a dar os primeiros passos, garantindo o corpo de pé.
Que os conduzisse à escola, a fim de que aprendessem a ler.
Dizem que nosso Pai do Céu permaneceu muito tempo, examinando,
examinando... e, em seguida, chamou a Mulher, deu-lhe o título de Mãezinha
e confiou-lhe as crianças.
For esse motivo, nossa Mãezinha é a representante do Divino Amor no mundo,
ensinando-nos a ciência do perdão e do carinho, em todos os instantes de
nossa jornada na Terra. Se pudermos imitá-la, nos exemplos de bondade e
sacrifício que constantemente nos oferece, por certo seremos na vida
preciosos auxiliares de Deus.
Meimei.
por Francisco Cândido Xavier.
Do Livro: Pai Nosso.
chegou à conclusão de que devia chamar alguém que soubesse perdoar
infinitamente.
De alguém que não enxergasse o mal.
Que quisesse ajudar sem exigir pagamento.
Que se dispusesse a guardar os meninos, com paciência e ternura, junto do
coração.
Que tivesse bastante serenidade para repetir incessantemente as pequeninas
lições de cada dia.
Que pudesse velar, noites e noites, sem reclamação.
Que cantarolasse, baixinho, para adormecer os bebês que ainda não podem
conversar.
Que permanecesse em casa, por amor, amparando os meninos que ainda não
podem sair à rua.
Que contasse muitas histórias sobre a vida e sobre o mundo.
Que abraçasse e beijasse as crianças doentes.
Que lhes ensinasse a dar os primeiros passos, garantindo o corpo de pé.
Que os conduzisse à escola, a fim de que aprendessem a ler.
Dizem que nosso Pai do Céu permaneceu muito tempo, examinando,
examinando... e, em seguida, chamou a Mulher, deu-lhe o título de Mãezinha
e confiou-lhe as crianças.
For esse motivo, nossa Mãezinha é a representante do Divino Amor no mundo,
ensinando-nos a ciência do perdão e do carinho, em todos os instantes de
nossa jornada na Terra. Se pudermos imitá-la, nos exemplos de bondade e
sacrifício que constantemente nos oferece, por certo seremos na vida
preciosos auxiliares de Deus.
Meimei.
por Francisco Cândido Xavier.
Do Livro: Pai Nosso.
Dinâmica para o dia das mães
(Inicialmente faz-se um sorteio entre as convidadas-mães, para a entrega do presente, o qual deve ser embalado de forma que ninguém perceba que é uma caixa de bombons. Após o sorteio, inicia-se a leitura da dinâmica):
1- PARABÉNS! Você tem muita sorte, foi premiada(o) com este presente. Ele simboliza a confraternização e a amizade que cultivamos durante nossas vidas. Mas, o presente não será seu, observe as convidadas e aquela que considerar mais ORGANIZADA será a ganhadora dele.
2- A ORGANIZAÇÃO é algo de grande valor e você, como possuidor(a) dessa virtude, irá entregar este presente à pessoa que você acha muito FELIZ.
3- Você é FELIZ, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A FELICIDADE não depende dos outros, mas de nós mesmos. Mas, o presente não será seu, entregue-o para uma pessoa que, na sua opinião, é muito MEIGA.
4- A MEIGUICE é algo muito raro e você a possui. Mas, o presente não será seu, e você, com esse jeito amigo, vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais EXTROVERTIDO.
5- Por ter esse jeito tão EXTROVERTIDO(A) é que você está sendo escolhido(a) para receber este presente, mas infelizmente ele não será seu. Passe-o para quem você considera muito CORAJOSA.
6- Você foi contemplado com este presente e agora, demonstrando a virtude da coragem, pela qual você foi escolhido(a) para recebê-lo, entregue-o para quem você acha muito INTELIGENTE.
7- A INTELIGÊNCIA nos foi dada por Deus. Parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes e a sociedade, muitas vezes, impede que eles desenvolvam sua inteligência. Agora, passe o presente para quem você acha mais SIMPÁTICA.
8- Para comemorar a escolha distribua um largo sorriso aos amigos aqui presentes. O mundo está tão amargo e, para melhorar um pouco, necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia! Mas, não fique triste, pois o presente não será seu, passe-o para quem você acha mais DINÂMICA.
9- O DINAMISMO é fortaleza, coragem e irradia energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você. Mas, passe o presente para quem você acha mais SOLIDÁRIA.
10- A SOLIDARIEDADE é coisa muito rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário(a) aos colegas. Mas, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais ALEGRE.
11- ALEGRIA! Você, neste dia, poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver. Pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria, passe o presente a quem você acha mais ELEGANTE.
12- Parabéns, a ELEGÂNCIA torna a pessoa mais marcante e completa a criação humana. Mas, o presente ainda não será seu. Passe-o para aquele amigo que você considera mais BONITA.
13- Que bom! Você foi escolhido(a) o(a) mais bonito(a) entre o grupo. Por isso, mostre essa beleza desfilando para que todos observem o quanto é bonito(a). Mas, o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite PAZ.
14- O mundo inteiro clama por PAZ e você, gratuitamente, transmite esta tão grande riqueza. Parabéns! Você está fazendo falta às grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. Com muita PAZ, abra o presente… e divida-o com todos os amigos, desejando-lhes, em nome de todos nós, muitas felicidades.
“A amizade está acima das idéias e não se desfaz com adversidades. Se nasceu, não pode morrer. Até sua lembrança é eterna. Como diz Milton Nascimento: “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”.
1- PARABÉNS! Você tem muita sorte, foi premiada(o) com este presente. Ele simboliza a confraternização e a amizade que cultivamos durante nossas vidas. Mas, o presente não será seu, observe as convidadas e aquela que considerar mais ORGANIZADA será a ganhadora dele.
2- A ORGANIZAÇÃO é algo de grande valor e você, como possuidor(a) dessa virtude, irá entregar este presente à pessoa que você acha muito FELIZ.
3- Você é FELIZ, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A FELICIDADE não depende dos outros, mas de nós mesmos. Mas, o presente não será seu, entregue-o para uma pessoa que, na sua opinião, é muito MEIGA.
4- A MEIGUICE é algo muito raro e você a possui. Mas, o presente não será seu, e você, com esse jeito amigo, vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais EXTROVERTIDO.
5- Por ter esse jeito tão EXTROVERTIDO(A) é que você está sendo escolhido(a) para receber este presente, mas infelizmente ele não será seu. Passe-o para quem você considera muito CORAJOSA.
6- Você foi contemplado com este presente e agora, demonstrando a virtude da coragem, pela qual você foi escolhido(a) para recebê-lo, entregue-o para quem você acha muito INTELIGENTE.
7- A INTELIGÊNCIA nos foi dada por Deus. Parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes e a sociedade, muitas vezes, impede que eles desenvolvam sua inteligência. Agora, passe o presente para quem você acha mais SIMPÁTICA.
8- Para comemorar a escolha distribua um largo sorriso aos amigos aqui presentes. O mundo está tão amargo e, para melhorar um pouco, necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia! Mas, não fique triste, pois o presente não será seu, passe-o para quem você acha mais DINÂMICA.
9- O DINAMISMO é fortaleza, coragem e irradia energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você. Mas, passe o presente para quem você acha mais SOLIDÁRIA.
10- A SOLIDARIEDADE é coisa muito rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário(a) aos colegas. Mas, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais ALEGRE.
11- ALEGRIA! Você, neste dia, poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver. Pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria, passe o presente a quem você acha mais ELEGANTE.
12- Parabéns, a ELEGÂNCIA torna a pessoa mais marcante e completa a criação humana. Mas, o presente ainda não será seu. Passe-o para aquele amigo que você considera mais BONITA.
13- Que bom! Você foi escolhido(a) o(a) mais bonito(a) entre o grupo. Por isso, mostre essa beleza desfilando para que todos observem o quanto é bonito(a). Mas, o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite PAZ.
14- O mundo inteiro clama por PAZ e você, gratuitamente, transmite esta tão grande riqueza. Parabéns! Você está fazendo falta às grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. Com muita PAZ, abra o presente… e divida-o com todos os amigos, desejando-lhes, em nome de todos nós, muitas felicidades.
“A amizade está acima das idéias e não se desfaz com adversidades. Se nasceu, não pode morrer. Até sua lembrança é eterna. Como diz Milton Nascimento: “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”.
Confraternização Temática do Dia das Mães 2011: "Mãe Afetuosa"
Boas vindas para todos!!! Estive ausente por motivo de doença na família mas agora já estamos melhor. E com muitas novidades para o dia das maes. Aguardem!!! Resolvi postar nossa programação do ano passado no posto de assistência que foi muito boa.
Trabalho Maria de Nazaré
Posto de Assistência Augusto Elias da Silva
Comissão de Evangelização Infantil
Dia: 08/05/2011
Horário: 10:00 hs
• Recepção com alegria cristã, cartazes de boas vindas, músicas, crachás numerados para as mães e música ambiente.
• O repórter da TV Maternal e seu câmera man vão ficar responsável pela Alegria Cristã e apresentação de todo o evento. No decorrer da programação vai declamar mensagens e quadrinhas para as mães, fazer entrevistas, ler as mensagens dos cartazes,enviar os recadinhos do coração e etc... (Responsável: Marilene e Elaine)
• Contar a história em slides da “Galinha Afetuosa”, psicografia de Chico Xavier, de forma interativa, com a participação da platéia que cacarejará de acordo com as emoções de alegria/tristeza da galinha,conforme roteiro. Obs: Posso enviar os slides por e-mail, caso você queira fazer a projeção no data show. Basta que entre em contato. Ok?
• Pausa para os “recados do coração” – As crianças da evangelização e irmãos vão enviar mensagens para serem lidas para as mães no decorrer da programação.
• Sket: “Dona Péssima e Dona Ótima.”
• Entrevista com as mães. Perguntas:
1. Qual é o nome da sua mãe? Qual frase que ela te disse que mais marcou sua vida?
2. Se sua mãe tivesse aqui agora, o que você diria a ela?
3. O que ficou mais marcante na convivência com a sua mãe?
4. Qual foi a maior lição que você aprendeu com a sua mãe?
5. Quando se fala na palavra mãe, de que você se lembra?
6. Em que cidade você morava quando criança e o que tinha no seu quintal que mais lembrava a figura materna?
7. Qual era o prato/receita que sua mãe mais gostava de preparar para vocês quando criança?
8. Que frase sua mãe gostava de dizer?
9. Quais eram os conselhos que ela dava a você?
(Responsável: Marilene e Elaine)
• Apresentação do Nível I – Quadrinhas para as mães.
• Pausa para os “recados do coração”.
• Apresentação do Nível II – Música: “Como é grande o meu amor por você!”
. Jogral dos Trabalhadores - Mensagem: Mãezinha, Meimei, por Francisco Cândido Xavier. Livro: Pai Nosso. Obs: Os trabalhadores estarão espalhados no meio da platéia.
• Apresentação da Mocidade: Música: “Obra Prima”.
• Pausa para os “recados do coração”.
• Dinâmica do presente.
• Encerramento com música, prece e lanche. (salgadinhos e refrigerante)
Trabalho Maria de Nazaré
Posto de Assistência Augusto Elias da Silva
Comissão de Evangelização Infantil
Dia: 08/05/2011
Horário: 10:00 hs
• Recepção com alegria cristã, cartazes de boas vindas, músicas, crachás numerados para as mães e música ambiente.
• O repórter da TV Maternal e seu câmera man vão ficar responsável pela Alegria Cristã e apresentação de todo o evento. No decorrer da programação vai declamar mensagens e quadrinhas para as mães, fazer entrevistas, ler as mensagens dos cartazes,enviar os recadinhos do coração e etc... (Responsável: Marilene e Elaine)
• Contar a história em slides da “Galinha Afetuosa”, psicografia de Chico Xavier, de forma interativa, com a participação da platéia que cacarejará de acordo com as emoções de alegria/tristeza da galinha,conforme roteiro. Obs: Posso enviar os slides por e-mail, caso você queira fazer a projeção no data show. Basta que entre em contato. Ok?
• Pausa para os “recados do coração” – As crianças da evangelização e irmãos vão enviar mensagens para serem lidas para as mães no decorrer da programação.
• Sket: “Dona Péssima e Dona Ótima.”
• Entrevista com as mães. Perguntas:
1. Qual é o nome da sua mãe? Qual frase que ela te disse que mais marcou sua vida?
2. Se sua mãe tivesse aqui agora, o que você diria a ela?
3. O que ficou mais marcante na convivência com a sua mãe?
4. Qual foi a maior lição que você aprendeu com a sua mãe?
5. Quando se fala na palavra mãe, de que você se lembra?
6. Em que cidade você morava quando criança e o que tinha no seu quintal que mais lembrava a figura materna?
7. Qual era o prato/receita que sua mãe mais gostava de preparar para vocês quando criança?
8. Que frase sua mãe gostava de dizer?
9. Quais eram os conselhos que ela dava a você?
(Responsável: Marilene e Elaine)
• Apresentação do Nível I – Quadrinhas para as mães.
• Pausa para os “recados do coração”.
• Apresentação do Nível II – Música: “Como é grande o meu amor por você!”
. Jogral dos Trabalhadores - Mensagem: Mãezinha, Meimei, por Francisco Cândido Xavier. Livro: Pai Nosso. Obs: Os trabalhadores estarão espalhados no meio da platéia.
• Apresentação da Mocidade: Música: “Obra Prima”.
• Pausa para os “recados do coração”.
• Dinâmica do presente.
• Encerramento com música, prece e lanche. (salgadinhos e refrigerante)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Reunião de Treinamento para os evangelizadores
Atenção!!! Evangelizadores dos postos de assistência do Trabalho Maria de Nazaré.
Nesse domingo, dia 22/04/2012, no horário de trabalho do posto teremos encontro marcado. Vamos repassar as aulas 7,8,9 e 10 do plano de unidade do jardim e também das demais turmas da escola de evangelização infantil. Com novas idéias e sugestões para incrementar nossa prática.
Aguardaremos com alegria sua presença.
Beijocas e pipocas...
Nesse domingo, dia 22/04/2012, no horário de trabalho do posto teremos encontro marcado. Vamos repassar as aulas 7,8,9 e 10 do plano de unidade do jardim e também das demais turmas da escola de evangelização infantil. Com novas idéias e sugestões para incrementar nossa prática.
Aguardaremos com alegria sua presença.
Beijocas e pipocas...
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Reunião da Semana Santa 2012 - Laborterapia
Pessoal,
Esse encontro desse ano foi simplesmente maravilhoso. Muitas idéias novas para se implementar a Laborterapia na evangelização infantil, muitas oficinas interessantes e idéias mil para incrementar os recursos didáticos, além da produção doutrinária que é um dos focos centrais desse projeto.
Vejam quanta coisa linda nós produzimos na nossa oficina de fuxico. Nossas colegas evangelizadoras estão de parabéns!!!
Nossas crianças dos postos de assistência são capazes de muito, muito mais... Logicamente, desde que tenha um preparo, um acompanhamento e um firme propósito de ação em prol do bem.
Não se esqueçam de que antes de implantar a laborterapia temos que trabalhar com a história do "espírito da maldade" - Neio Lúcio, trabalhar a importância de ocupar a mente e o corpo com o trabalho. Sabe o que é entrar numa sala cheia de crianças e encontrar um silêncio total, uma concentração fora de série? Isso é laborterapia. Afinal, laborterapia significa "tratamento de enfermidades físicas e mentais". Não é à toa que muitos presídios de sucesso no tocante à ressocialização dos detentos têm obtido êxito.
É uma oficina criativa, barata para ser implementada, trabalhamos com retalhos de tecido que normalmente são jogados fora, por muitas costureiras. Além de super fácil, passa o tempo, os alunos se concentram mais e é uma ótima pedida para o dia das mães!!!
Bom fuxico para vocêss!!!
Aqui são as crianças da comissão Luisinho, são os filhos dos trabalhadores que participam da Reunião Ismael, realizando a oficina de bordado em feltro. Viu como é possível? Acreditem!!! Eles são capazes!!! Inclusive os meninos que por sinal bordam bem mais bonito que as meninas. Sabe quanto tempo durou para aprenderem? Menos de 30 minutos!!!
Esse encontro desse ano foi simplesmente maravilhoso. Muitas idéias novas para se implementar a Laborterapia na evangelização infantil, muitas oficinas interessantes e idéias mil para incrementar os recursos didáticos, além da produção doutrinária que é um dos focos centrais desse projeto.
Vejam quanta coisa linda nós produzimos na nossa oficina de fuxico. Nossas colegas evangelizadoras estão de parabéns!!!
Nossas crianças dos postos de assistência são capazes de muito, muito mais... Logicamente, desde que tenha um preparo, um acompanhamento e um firme propósito de ação em prol do bem.
Não se esqueçam de que antes de implantar a laborterapia temos que trabalhar com a história do "espírito da maldade" - Neio Lúcio, trabalhar a importância de ocupar a mente e o corpo com o trabalho. Sabe o que é entrar numa sala cheia de crianças e encontrar um silêncio total, uma concentração fora de série? Isso é laborterapia. Afinal, laborterapia significa "tratamento de enfermidades físicas e mentais". Não é à toa que muitos presídios de sucesso no tocante à ressocialização dos detentos têm obtido êxito.
É uma oficina criativa, barata para ser implementada, trabalhamos com retalhos de tecido que normalmente são jogados fora, por muitas costureiras. Além de super fácil, passa o tempo, os alunos se concentram mais e é uma ótima pedida para o dia das mães!!!
Bom fuxico para vocêss!!!
Aqui são as crianças da comissão Luisinho, são os filhos dos trabalhadores que participam da Reunião Ismael, realizando a oficina de bordado em feltro. Viu como é possível? Acreditem!!! Eles são capazes!!! Inclusive os meninos que por sinal bordam bem mais bonito que as meninas. Sabe quanto tempo durou para aprenderem? Menos de 30 minutos!!!
domingo, 8 de abril de 2012
Trabalhando com Jesus/Brincando com Jesus - Aula 24
Conte a história espírita infantil “Amor com amor se paga”, cap.15 do livro Escuta, meu filho, de Aura Celeste:
“Algumas meninas reuniram-se à Isabel para ouvir as histórias de D. Clara. A boa velhinha saudou-as carinhosamente, na demonstração mais expressiva de sua ternura inesgotável.
- Eu já estava com imensas saudades de vocês, queridas fi lhas! Então, como passaram esses dias de chuva, hein?
- Muito mal - adiantou Leda -, pois não pudemos participar dos maravilhosos serões desta casa...
- Não lastime o fato, Leda, pois ainda não morri e poderei contar muitas histórias para vocês.
Para que elas não saiam perdendo, eu reproduzirei as narrativas que não puderam ouvir, não é, Vovó? - lembrou Isabel com entusiasmo.
- Muito bem! Você teve ótima lembrança. Enquanto você conta essas histórias, estará registrando-as na memória ...
Dona Clara esperou pacientemente que a netinha recordasse os episódios descritos nos dias anteriores. De vez em quando, entrava no assunto para focalizar um e outro detalhe importante que Isabel deixava fi car para trás.
- Passemos agora à narrativa de hoje - disse a bondosa velhinha.
- Muito bem! - aplaudiram as meninas.
Quando Jesus andava pela Judéia, encontrou, certa vez, uma menina enferma. Estava ela nos braços da mãe, porque era paralítica.
A mãe havia andado muitas milhas para vir à presença do Mestre. A criança era muito formosa.
Os olhos azuis pareciam gemas preciosas no engaste cor-de-rosa de suas faces acetinadas.
Bem se notava que a menina não era judia. Viria, com certeza, de alguma leva de peregrinos de longes terras do norte. O certo é que ali se achava e facilmente se podia avaliar o extremo estado de penúria em que se viam a braços, mãe e filha.
Vencendo os embaraços antepostos pela multidão, com difi culdades imensas, a pobre mãe aproximou-se fi nalmente do Cristo, mostrando-lhe o precioso pequeno fardo, com um misto de orgulho e dor. Os olhos cansados e tristes da infeliz pareciam dizer:
- Vede Senhor, como é bela a minha filhinha! Curai-a, pelo Amor do Pai!
Jesus, que sabia tudo quanto ia nos pensamentos das criaturas, dirigiu-se à mãe aflita:
- Sim, mulher; tua filha é muito linda e tua fé luminosa é digna das Bênçãos Divinas!
- Oh, Senhor! Então, ides curar a pobrezinha? acentuou a pobre mãe, num arroubo de alegria misturada à esperança.
- Traze-me a pequenina. Quero vê-la de perto...
A mulher arremessou-se para junto do Mestre como náufrago que se atira aos braços salvadores que acenam carinhosamente.
Jesus tomou a menina nos braços. Ela contava de quatro a cinco anos. Derramava um olhar muito claro e suave no rosto formoso do Cristo. Parecia interrogar àquele semblante amigo sobre problemas que ela própria não sabia quais fossem.
Um sorriso leve apareceu nos lábios de Jesus. Depois, acariciando de manso, com o queixo, as madeixas douradas da menina, disse-lhe:
- Queres sarar, pequena?
Os olhos da menina abriram-se, iluminados pela alegria que os inundara. Ela respondeu que sim, com um aceno da cabecinha loura.
- Por que queres sarar? - continuou o Mestre.
- Para alegrar minha mãezinha - responde suavemente a menina.
- Que farás se Deus permitir a tua cura? - prosseguiu Jesus, acariciando sempre a cabecinha que se inclinava, confiante, no Seu peito.
- Quero carregar muito a minha mãezinha...
- Muito bem, filha. Vai com tua mãe pelas tuas próprias pernas...
Assim falando, Jesus depôs a menina no chão. Sob o olhar estupefato da multidão, a criança começou a caminhar. A mãe viera-lhe ao encontro, chorando convulsivamente.
Afastaram-se ambas, após haver a mulher se prostrado aos pés de Jesus, num agradecimento tocado de humildade.
Quando se perderam na distância, um dos discípulos perguntou ao Mestre:
- Que fará, realmente, essa menina? Que significa a sua última afirmativa?
- Ela será a providência de seu lar e carregará muitas vezes a mãezinha nos braços... - as palavras saíram reticentes dos lábios de Jesus.
Seus olhos pareciam ver, através do véu que encobre o futuro. Depois concluiu, com leve acento de dor:
- Pobre mulher! Dentro de alguns anos, estará paralítica ...
Houve um silêncio de compreensão. O povo permanecia afastado, sob as emoções intraduzíveis que aquela cura provocara.
Pode ser caixa de leite, suco ou até de fósforo daquele modelo maior. A unidade gira em torno do lar e das duas personagens que podem ser utilizadas no Brincando com Jesus, fantoches de vareta: mãe e filha. Essa é uma belíssima lição!!!
“Algumas meninas reuniram-se à Isabel para ouvir as histórias de D. Clara. A boa velhinha saudou-as carinhosamente, na demonstração mais expressiva de sua ternura inesgotável.
- Eu já estava com imensas saudades de vocês, queridas fi lhas! Então, como passaram esses dias de chuva, hein?
- Muito mal - adiantou Leda -, pois não pudemos participar dos maravilhosos serões desta casa...
- Não lastime o fato, Leda, pois ainda não morri e poderei contar muitas histórias para vocês.
Para que elas não saiam perdendo, eu reproduzirei as narrativas que não puderam ouvir, não é, Vovó? - lembrou Isabel com entusiasmo.
- Muito bem! Você teve ótima lembrança. Enquanto você conta essas histórias, estará registrando-as na memória ...
Dona Clara esperou pacientemente que a netinha recordasse os episódios descritos nos dias anteriores. De vez em quando, entrava no assunto para focalizar um e outro detalhe importante que Isabel deixava fi car para trás.
- Passemos agora à narrativa de hoje - disse a bondosa velhinha.
- Muito bem! - aplaudiram as meninas.
Quando Jesus andava pela Judéia, encontrou, certa vez, uma menina enferma. Estava ela nos braços da mãe, porque era paralítica.
A mãe havia andado muitas milhas para vir à presença do Mestre. A criança era muito formosa.
Os olhos azuis pareciam gemas preciosas no engaste cor-de-rosa de suas faces acetinadas.
Bem se notava que a menina não era judia. Viria, com certeza, de alguma leva de peregrinos de longes terras do norte. O certo é que ali se achava e facilmente se podia avaliar o extremo estado de penúria em que se viam a braços, mãe e filha.
Vencendo os embaraços antepostos pela multidão, com difi culdades imensas, a pobre mãe aproximou-se fi nalmente do Cristo, mostrando-lhe o precioso pequeno fardo, com um misto de orgulho e dor. Os olhos cansados e tristes da infeliz pareciam dizer:
- Vede Senhor, como é bela a minha filhinha! Curai-a, pelo Amor do Pai!
Jesus, que sabia tudo quanto ia nos pensamentos das criaturas, dirigiu-se à mãe aflita:
- Sim, mulher; tua filha é muito linda e tua fé luminosa é digna das Bênçãos Divinas!
- Oh, Senhor! Então, ides curar a pobrezinha? acentuou a pobre mãe, num arroubo de alegria misturada à esperança.
- Traze-me a pequenina. Quero vê-la de perto...
A mulher arremessou-se para junto do Mestre como náufrago que se atira aos braços salvadores que acenam carinhosamente.
Jesus tomou a menina nos braços. Ela contava de quatro a cinco anos. Derramava um olhar muito claro e suave no rosto formoso do Cristo. Parecia interrogar àquele semblante amigo sobre problemas que ela própria não sabia quais fossem.
Um sorriso leve apareceu nos lábios de Jesus. Depois, acariciando de manso, com o queixo, as madeixas douradas da menina, disse-lhe:
- Queres sarar, pequena?
Os olhos da menina abriram-se, iluminados pela alegria que os inundara. Ela respondeu que sim, com um aceno da cabecinha loura.
- Por que queres sarar? - continuou o Mestre.
- Para alegrar minha mãezinha - responde suavemente a menina.
- Que farás se Deus permitir a tua cura? - prosseguiu Jesus, acariciando sempre a cabecinha que se inclinava, confiante, no Seu peito.
- Quero carregar muito a minha mãezinha...
- Muito bem, filha. Vai com tua mãe pelas tuas próprias pernas...
Assim falando, Jesus depôs a menina no chão. Sob o olhar estupefato da multidão, a criança começou a caminhar. A mãe viera-lhe ao encontro, chorando convulsivamente.
Afastaram-se ambas, após haver a mulher se prostrado aos pés de Jesus, num agradecimento tocado de humildade.
Quando se perderam na distância, um dos discípulos perguntou ao Mestre:
- Que fará, realmente, essa menina? Que significa a sua última afirmativa?
- Ela será a providência de seu lar e carregará muitas vezes a mãezinha nos braços... - as palavras saíram reticentes dos lábios de Jesus.
Seus olhos pareciam ver, através do véu que encobre o futuro. Depois concluiu, com leve acento de dor:
- Pobre mulher! Dentro de alguns anos, estará paralítica ...
Houve um silêncio de compreensão. O povo permanecia afastado, sob as emoções intraduzíveis que aquela cura provocara.
Pode ser caixa de leite, suco ou até de fósforo daquele modelo maior. A unidade gira em torno do lar e das duas personagens que podem ser utilizadas no Brincando com Jesus, fantoches de vareta: mãe e filha. Essa é uma belíssima lição!!!
Trabalhando com Jesus/Brincando com Jesus - Aula 23
Conte a história espírita infantil: O grilo perneta de Roque Jacintho:
“Tinhoso era um grilo sapeca. Desgarrava-se dos irmãos e lá ia o arteiro a fazer das suas.
Só muito tarde voltava para casa.
- Tinhoso - dizia-lhe a mãe grilo - você não deve andar por aí.
- Hum... - respondia Tinhoso, sem cerimônia - se tenho pernas, ando por onde quero!
- Devemos andar só por onde nos convém, Tinhoso.
O grilo sapeca afastava-se de beicinho caído.
Um dia, lá se foi de novo.
Correu e pulou por todos os lugares diferentes, até que...tchuáááá... caiu numa lagoa.
- Socorro!...Socorro!...
Ele gritava desesperado. E ali se afogou, sem apelação.
Tempos depois, Tinhoso renasceu na mesma família.
Mas Tinhoso, pobrezinho, nasceu perneta.
Fizeram para ele uma muleta.
E de muleta ele saía a passear apenas pelas redondezas, vigiado pela mãe e pelos irmãos. Lá ia ele, aborrecido, no seu toc-toc...
Sua vontade era sair pulando por aí. Suspirava e nada podia fazer.
Um dia, muito triste, vendo os irmãos, que tinham todas as perninhas, quis saber a razão de ser perneta.
- Tive um outro filho. Ele era muito traquina e andava sempre desgarrado de todos. Um dia, caiu na lagoa e como não havia quem pudesse socorrê-lo, afogou-se.
Tinhoso ouviu atentamente.
- Talvez - disse-lhe a mãe - tenha sido você mesmo, na outra encarnação.
Tinhoso estava admirado.
- Quem usa mal as pernas, um dia nasce sem elas. É um modo doloroso de aprender a ter educação e disciplina, meu filho.
Tinhoso, a partir de então, já sem tanta tristeza, voltou a conviver com os demais. Sempre que ia reclamar de ser perneta, lembrava-se da lagoa e sabia que ele próprio era o culpado de seu defeito.
E tratava, por isso, de bem usar a perna e... a muleta”.
Criança e brincadeira é rima perfeita!!! Não é mesmo? Logicamente que o evangelizador vai preparar antecipadamente algumas coisas: O corpinho do grilo é de material da embalagem da caixa de ovo, o suporte para os dedos é de rolinho de papel higiênico, a cabecinha é papel amassado por eles mesmos e que deverão pintá-o com tinta verde. Ao final, vamos brincar com o grilo.
“Tinhoso era um grilo sapeca. Desgarrava-se dos irmãos e lá ia o arteiro a fazer das suas.
Só muito tarde voltava para casa.
- Tinhoso - dizia-lhe a mãe grilo - você não deve andar por aí.
- Hum... - respondia Tinhoso, sem cerimônia - se tenho pernas, ando por onde quero!
- Devemos andar só por onde nos convém, Tinhoso.
O grilo sapeca afastava-se de beicinho caído.
Um dia, lá se foi de novo.
Correu e pulou por todos os lugares diferentes, até que...tchuáááá... caiu numa lagoa.
- Socorro!...Socorro!...
Ele gritava desesperado. E ali se afogou, sem apelação.
Tempos depois, Tinhoso renasceu na mesma família.
Mas Tinhoso, pobrezinho, nasceu perneta.
Fizeram para ele uma muleta.
E de muleta ele saía a passear apenas pelas redondezas, vigiado pela mãe e pelos irmãos. Lá ia ele, aborrecido, no seu toc-toc...
Sua vontade era sair pulando por aí. Suspirava e nada podia fazer.
Um dia, muito triste, vendo os irmãos, que tinham todas as perninhas, quis saber a razão de ser perneta.
- Tive um outro filho. Ele era muito traquina e andava sempre desgarrado de todos. Um dia, caiu na lagoa e como não havia quem pudesse socorrê-lo, afogou-se.
Tinhoso ouviu atentamente.
- Talvez - disse-lhe a mãe - tenha sido você mesmo, na outra encarnação.
Tinhoso estava admirado.
- Quem usa mal as pernas, um dia nasce sem elas. É um modo doloroso de aprender a ter educação e disciplina, meu filho.
Tinhoso, a partir de então, já sem tanta tristeza, voltou a conviver com os demais. Sempre que ia reclamar de ser perneta, lembrava-se da lagoa e sabia que ele próprio era o culpado de seu defeito.
E tratava, por isso, de bem usar a perna e... a muleta”.
Criança e brincadeira é rima perfeita!!! Não é mesmo? Logicamente que o evangelizador vai preparar antecipadamente algumas coisas: O corpinho do grilo é de material da embalagem da caixa de ovo, o suporte para os dedos é de rolinho de papel higiênico, a cabecinha é papel amassado por eles mesmos e que deverão pintá-o com tinta verde. Ao final, vamos brincar com o grilo.
Trabalhando com Jesus/Brincando com Jesus - Aula 22
Contar a história espírita infantil “No passeio matinal”, do livro Alvorada cristã, cap. 46, do Espírito Neio Lúcio:
“Dionísio, o moleiro, muito cedo partiu em companhia do filhinho, na direção de grande milharal.
Amanhã se fizera linda. Os montes próximos pareciam vestidos em gaze esvoaçante.
As folhas da erva, guardando, ainda, o orvalho noturno, assemelhavam-se a caprichoso tecido verde, enfeitado de pérolas. Flores vermelhas, aqui e ali, davam a idéia de jóias espalhadas no chão.
As ávores, muito grandes, à beira da estrada, despertavam, de leve, à passagem do vento.
O sol aparecia brilhante, revestindo a paisagem numa coroa resplandecente. Reinaldo, o pequeno guiado pela mão paterna, seguia num deslumbramento. Não sabia o que mais admirar:
se o lençol de neblina muito alva, se o horizonte inflamado de luz. Em dado momento, perguntou, feliz:
- Papai, de quem é todo esse mundo?
- Tudo pertence ao criador, meu filho - esclareceu o moleiro, satisfeito -; o Sol, o ar, as águas, as árvores e as flores, tudo, tudo, é obra d’Ele, nosso Pai e Senhor.
- Para que tudo isto? - continuou o petiz contente.
- A fim de recebermos esta escola divina, que aqui devemos aprender, no trabalho, a amarmos uns aos outros, aprimorando sentimentos, quanto devemos aperfeiçoar o solo que pisamos, transformando colinas, planícies e pedras em cidades, fazendas, estábulos, pomares, milharais e jardins.
Reinaldo não entendeu, de pronto, o que significava “aprimorar sentimentos”, contudo, sabia perfeitamente o que vinha a ser remoção dum monte empedrado. Surpreso, voltou a indagar:
- Então, papai, somos obrigados a trabalhar tanto assim? Como será possível modificar este mundo tão grande?
O moleiro pensou alguns instantes e observou:
Meu filho, já ouvi dizer que uma andorinha vagueava só quando notou que um incêndio lavrava em seu campo predileto. O fogo consumia plantas e ninhos. Em vão, gritou por socorro.
Reconhecendo que ninguém lhe escutava as súplicas, pôs-se rápida para o córrego não distante, mergulhando as pequenas asas na água fria e límpida; dai, voltava para a zona incendiada, sacudindo as asas molhadas sobre as chamas devoradoras, procurando apagá-las. Repetia a operação, já por muitas vezes, quando se aproximou um gavião preguiçoso, indagando-lhe com
ironia: - “Você, em verdade, acredita combater um incêndio tão grande com algumas gotas dágua?”
A avezinha prestativa, porém, respondeu, calma: “É provável que eu não possa fazer a obra toda; entretanto, sou imensamente feliz cumprindo o meu dever.”
O moleiro fez uma pausa e interrogou o filho:
- Não acredita você que podemos imitar semelhante exemplo? Se todos procedêssemos como a andorinha operosa e vigilante, em pouco tempo toda a Terra estaria transformada num paraíso.
O menino calou-se, entendendo a extensão do ensinamento e, no íntimo, contemplando a beleza do quadro matinal, desde as margens do caminho até a montanha distante, prometeu a si mesmo que procuraria cumprir no mundo todas as obrigações que lhe coubessem na obra sublime do Infinito Bem”.
“Dionísio, o moleiro, muito cedo partiu em companhia do filhinho, na direção de grande milharal.
Amanhã se fizera linda. Os montes próximos pareciam vestidos em gaze esvoaçante.
As folhas da erva, guardando, ainda, o orvalho noturno, assemelhavam-se a caprichoso tecido verde, enfeitado de pérolas. Flores vermelhas, aqui e ali, davam a idéia de jóias espalhadas no chão.
As ávores, muito grandes, à beira da estrada, despertavam, de leve, à passagem do vento.
O sol aparecia brilhante, revestindo a paisagem numa coroa resplandecente. Reinaldo, o pequeno guiado pela mão paterna, seguia num deslumbramento. Não sabia o que mais admirar:
se o lençol de neblina muito alva, se o horizonte inflamado de luz. Em dado momento, perguntou, feliz:
- Papai, de quem é todo esse mundo?
- Tudo pertence ao criador, meu filho - esclareceu o moleiro, satisfeito -; o Sol, o ar, as águas, as árvores e as flores, tudo, tudo, é obra d’Ele, nosso Pai e Senhor.
- Para que tudo isto? - continuou o petiz contente.
- A fim de recebermos esta escola divina, que aqui devemos aprender, no trabalho, a amarmos uns aos outros, aprimorando sentimentos, quanto devemos aperfeiçoar o solo que pisamos, transformando colinas, planícies e pedras em cidades, fazendas, estábulos, pomares, milharais e jardins.
Reinaldo não entendeu, de pronto, o que significava “aprimorar sentimentos”, contudo, sabia perfeitamente o que vinha a ser remoção dum monte empedrado. Surpreso, voltou a indagar:
- Então, papai, somos obrigados a trabalhar tanto assim? Como será possível modificar este mundo tão grande?
O moleiro pensou alguns instantes e observou:
Meu filho, já ouvi dizer que uma andorinha vagueava só quando notou que um incêndio lavrava em seu campo predileto. O fogo consumia plantas e ninhos. Em vão, gritou por socorro.
Reconhecendo que ninguém lhe escutava as súplicas, pôs-se rápida para o córrego não distante, mergulhando as pequenas asas na água fria e límpida; dai, voltava para a zona incendiada, sacudindo as asas molhadas sobre as chamas devoradoras, procurando apagá-las. Repetia a operação, já por muitas vezes, quando se aproximou um gavião preguiçoso, indagando-lhe com
ironia: - “Você, em verdade, acredita combater um incêndio tão grande com algumas gotas dágua?”
A avezinha prestativa, porém, respondeu, calma: “É provável que eu não possa fazer a obra toda; entretanto, sou imensamente feliz cumprindo o meu dever.”
O moleiro fez uma pausa e interrogou o filho:
- Não acredita você que podemos imitar semelhante exemplo? Se todos procedêssemos como a andorinha operosa e vigilante, em pouco tempo toda a Terra estaria transformada num paraíso.
O menino calou-se, entendendo a extensão do ensinamento e, no íntimo, contemplando a beleza do quadro matinal, desde as margens do caminho até a montanha distante, prometeu a si mesmo que procuraria cumprir no mundo todas as obrigações que lhe coubessem na obra sublime do Infinito Bem”.
Trabalhando com Jesus/Brincando com Jesus - Aula 21
Conte a história espírita infantil “O auxílio mútuo”, do livro Jesus no lar, do Espírito Neio
Lúcio:
“Diante dos companheiros, André leu expressivo trecho de Isaías e falou, comovido, quanto
às necessidades da salvação.
Comentou Mateus os aspectos menos agradáveis do trabalho e Filipe opinou que é sempre
muito difícil atender à própria situação, quando nos consagramos ao socorro dos outros.
Jesus ouvia os apóstolos em silêncio e, quando as discussões, em derredor, se enfraqueceram,
comentou, muito simples:
- Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos, ambos
enfermos, cada qual a defender-se, quanto possível, contra os golpes do ar gelado, quando foram
surpreendidos por uma criança semimorta, na estrada, ao sabor da ventania de inverno.
Um deles fi xou o singular achado e clamou, irritadiço: - “não perderei tempo. A hora exige
cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente”.
O outro, porém, mais piedoso, considerou:
- “Amigo, salvemos o pequenino. É nosso irmão em humanidade”.
- “Não posso - disse o companheiro, endurecido -, sinto-me cansado e doente. Este desconhecido
seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade. Precisamos ganhar a aldeia
próxima sem perda de minutos”.
E avançou para diante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido, demorou-se alguns
minutos colando-o paternalmente ao próprio peito e, aconchegando-o ainda mais, marchou
adiante, embora menos rápido.
depois de muito tempo atingiu a hospedaria do povoado que buscava. Com enorme surpresa,
porém, não encontrou aí o colega que o precedera. Somente no dia imediato, depois de minuciosa
procura, foi o infeliz viajante encontrado sem vida, num desvão do caminho alagado.
Seguindo à pressa e a sós, com a idéia egoística de preservar-se, não resistiu à onda de frio que se
fi zera violenta e tombou encharcado, sem recursos com que pudesse fazer face ao congelamento,
enquanto que o companheiro, recebendo, em troca, o suave calor da criança que sustentava junto
do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida, guardando-se indene de semelhante
desastre. Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo... Ajudando ao menino abandonado, ajudara
a si mesmo. Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços da
senda, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
A história singela deixara os discípulos surpreendidos e sensibilizados.
Terna admiração transparecia nos olhos úmidos das mulheres humildes que acompanhavam
a reunião, ao passo que os homens se entreolhavam, espantados.
Foi então que Jesus, depois de curto silêncio, concluiu expressivamente:
- As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem, perante o Pai Supremo, são as
suas próprias obras. Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo. O coração que
socorremos converter-se-á agora ou mais tarde em recurso a nosso favor. Ninguém duvide. Um
homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que coopera em benefício
do próximo é credor do auxílio comum. Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos: esta
é a Lei Divina.”
A sugestão é montar um quadrinho com uma cena que representa auxílio mútuo, nesse caso, foi a cena do Bom Samaritano. Reaproveitamos também retalhos de EVA. No Brincando com Jesus podemos encenar a história.
Lúcio:
“Diante dos companheiros, André leu expressivo trecho de Isaías e falou, comovido, quanto
às necessidades da salvação.
Comentou Mateus os aspectos menos agradáveis do trabalho e Filipe opinou que é sempre
muito difícil atender à própria situação, quando nos consagramos ao socorro dos outros.
Jesus ouvia os apóstolos em silêncio e, quando as discussões, em derredor, se enfraqueceram,
comentou, muito simples:
- Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos, ambos
enfermos, cada qual a defender-se, quanto possível, contra os golpes do ar gelado, quando foram
surpreendidos por uma criança semimorta, na estrada, ao sabor da ventania de inverno.
Um deles fi xou o singular achado e clamou, irritadiço: - “não perderei tempo. A hora exige
cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente”.
O outro, porém, mais piedoso, considerou:
- “Amigo, salvemos o pequenino. É nosso irmão em humanidade”.
- “Não posso - disse o companheiro, endurecido -, sinto-me cansado e doente. Este desconhecido
seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade. Precisamos ganhar a aldeia
próxima sem perda de minutos”.
E avançou para diante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido, demorou-se alguns
minutos colando-o paternalmente ao próprio peito e, aconchegando-o ainda mais, marchou
adiante, embora menos rápido.
depois de muito tempo atingiu a hospedaria do povoado que buscava. Com enorme surpresa,
porém, não encontrou aí o colega que o precedera. Somente no dia imediato, depois de minuciosa
procura, foi o infeliz viajante encontrado sem vida, num desvão do caminho alagado.
Seguindo à pressa e a sós, com a idéia egoística de preservar-se, não resistiu à onda de frio que se
fi zera violenta e tombou encharcado, sem recursos com que pudesse fazer face ao congelamento,
enquanto que o companheiro, recebendo, em troca, o suave calor da criança que sustentava junto
do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida, guardando-se indene de semelhante
desastre. Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo... Ajudando ao menino abandonado, ajudara
a si mesmo. Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços da
senda, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
A história singela deixara os discípulos surpreendidos e sensibilizados.
Terna admiração transparecia nos olhos úmidos das mulheres humildes que acompanhavam
a reunião, ao passo que os homens se entreolhavam, espantados.
Foi então que Jesus, depois de curto silêncio, concluiu expressivamente:
- As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem, perante o Pai Supremo, são as
suas próprias obras. Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo. O coração que
socorremos converter-se-á agora ou mais tarde em recurso a nosso favor. Ninguém duvide. Um
homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que coopera em benefício
do próximo é credor do auxílio comum. Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos: esta
é a Lei Divina.”
A sugestão é montar um quadrinho com uma cena que representa auxílio mútuo, nesse caso, foi a cena do Bom Samaritano. Reaproveitamos também retalhos de EVA. No Brincando com Jesus podemos encenar a história.
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