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domingo, 4 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Como funciona a campanha educativa "A vida continua"?
O Trabalho Maria de Nazaré realiza no dia dois de novembro (Feriado de Finados), a Campanha de Divulgação “ A Vida Continua”, nos cemitérios, com o objetivo de levar às pessoas, que visitam os túmulos dos familiares, consolo e esclarecimento acerca da “Imortalidade da Alma”.
Voluntários de Casas Espíritas e Postos de Assistência, que integram o Grupo Fraterno, reproduzem, durante todo o dia, a rotina de um Centro Espírita, com palestras, triagem para tratamento espiritual, passes, água fluidificada, caderno de vibração, distribuição de mensagens consoladoras, cultos nos túmulos, apoio fraterno e vendas de livros Espíritas. As atividades ocorrem em tendas, localizadas em pontos do Cemitério, com toda a infraestrutura necessária.
A cultura de dedicar um dia para homenagear os mortos varia muito de localização ou religião, mas segue os princípios do Catolicismo, pois a partir do século XI, os Papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a exigir tal celebração. Para os Espíritas, o Dia de Finados funciona como uma oportunidade de mostrar que após a ‘morte’ do corpo físico existe vida, assim consolando inúmeras pessoas, que se desesperam ante a perda de entes queridos, por não compreenderem tal fenômeno.
Voluntários de Casas Espíritas e Postos de Assistência, que integram o Grupo Fraterno, reproduzem, durante todo o dia, a rotina de um Centro Espírita, com palestras, triagem para tratamento espiritual, passes, água fluidificada, caderno de vibração, distribuição de mensagens consoladoras, cultos nos túmulos, apoio fraterno e vendas de livros Espíritas. As atividades ocorrem em tendas, localizadas em pontos do Cemitério, com toda a infraestrutura necessária.
A cultura de dedicar um dia para homenagear os mortos varia muito de localização ou religião, mas segue os princípios do Catolicismo, pois a partir do século XI, os Papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a exigir tal celebração. Para os Espíritas, o Dia de Finados funciona como uma oportunidade de mostrar que após a ‘morte’ do corpo físico existe vida, assim consolando inúmeras pessoas, que se desesperam ante a perda de entes queridos, por não compreenderem tal fenômeno.
História Ilustrada: Meu avô desencarnou
Como explicar a ausência do familiar sem usar mitos e fantasias, e sem faltar com a verdade?
"Meu avô desencarnou traz a mensagem da resignação, da esperança e da certeza da imortalidade da alma.
"Meu avô desencarnou traz a mensagem da resignação, da esperança e da certeza da imortalidade da alma.
Aula Especial: "E a Vida Continua..."
Ano passado, a Wilma e a Roze elaboraram esse plano de aula para ser usado nos cemitérios, resolvi postar pra vocês.
Aula Especial: E a vida Continua (Desencarnação)
Objetivos:
Compreender que a verdadeira vida é a vida do espírito, e que a vida na Terra é passageira.
Identificar no desencarne uma viagem que se faz necessária para todos, valorizar o corpo físico zelando pela saúde, mas entender que ele é apenas um empréstimo divino como uma veste para o espírito, e que ele corpo perece.
Ver que no momento do desencarne seja de quem for, é momento de respeito, prece e amparo aos familiares que ficaram.
Identificar em Jesus o auxílio para todos os instantes.
Conteúdo: Espírito Perispírito/Corpo físico/O que é alma?/Desencarne/Tipos de desencarne/A vida Espiritual/Cuidar do corpo e do espírito/Jesus
Atividades:
Música harmônica instrumental e Prece
Recepção: Receber as crianças que aproximarem da barraca, com gentileza e bondade. Convidar para que entrem, pois teremos uma importante aula. Pedir aos companheiros que estão divulgando as mensagens, se perceberem abertura na conversação convidar para a aula.
Desenvolvimento: Figuras em série com a história: Meu avô Desencarnou.
Enriquecimento: 3 cartazes com a explicação
-Espírito, Perispírito e Corpo Físico.
-O que é Desencarne
-Os tipos de Desencarne
Fixação: Atividade desenho e pintura para que a criança expresse o que entendeu do tema.
Prece de Encerramento: Caso tiver interesse terá ao lado da mesinha ou na própria, pequena biblioteca com livros infantis espíritas ressaltando o tema, os livros deverão estar expostos pode ser também no varal didático.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos para Crianças 1 – Editora Auta de Souza
Além das Nuvens – Augusto Cezar Netto
Nosso Lar – André Luiz
Meu Avô Desencarnou
O Menino que Não Morreu – Isolina B. Viana
Maricota Sererepe – Casimiro Cunha
Juca Lambisca, Francisco Cândido Xavier, Waldo Vieira
A vovó sabe tudo – Jaci Marelli
Bellinha e a Lagarta – Bernardete Adeilson Salles
Os Dois Franciscos – Etna Lacerda
Crise da Morte – Ernesto Bozzono
O menino Chico – Adeilson Salles
Lindos Casos de Chico Xavier – Ramiro Gama
Mensagem do Pequeno Morto – Nélio Lúcio
O Livro dos Espíritos, Cap III, V – Allan Kardec
O Espiritismo Segundo o Evangelho, Cap XXVII – Allan Kardec
Observação:
o A aula será simples não se estender no tempo, lembrando que é um programa de esclarecimento, é amparo ao encarnado e desencarnado caso, querer saber mais sobre o assunto, convidar para nossas casas espíritas.
o O Rodízio será de manhã e a tarde. As aulas serão ministradas por Evangelizadores e trabalhadores mirins, que atenderão crianças e adultos.
o Não esquecer dos materiais e recursos.
Aula Especial: E a vida Continua (Desencarnação)
Objetivos:
Compreender que a verdadeira vida é a vida do espírito, e que a vida na Terra é passageira.
Identificar no desencarne uma viagem que se faz necessária para todos, valorizar o corpo físico zelando pela saúde, mas entender que ele é apenas um empréstimo divino como uma veste para o espírito, e que ele corpo perece.
Ver que no momento do desencarne seja de quem for, é momento de respeito, prece e amparo aos familiares que ficaram.
Identificar em Jesus o auxílio para todos os instantes.
Conteúdo: Espírito Perispírito/Corpo físico/O que é alma?/Desencarne/Tipos de desencarne/A vida Espiritual/Cuidar do corpo e do espírito/Jesus
Atividades:
Música harmônica instrumental e Prece
Recepção: Receber as crianças que aproximarem da barraca, com gentileza e bondade. Convidar para que entrem, pois teremos uma importante aula. Pedir aos companheiros que estão divulgando as mensagens, se perceberem abertura na conversação convidar para a aula.
Desenvolvimento: Figuras em série com a história: Meu avô Desencarnou.
Enriquecimento: 3 cartazes com a explicação
-Espírito, Perispírito e Corpo Físico.
-O que é Desencarne
-Os tipos de Desencarne
Fixação: Atividade desenho e pintura para que a criança expresse o que entendeu do tema.
Prece de Encerramento: Caso tiver interesse terá ao lado da mesinha ou na própria, pequena biblioteca com livros infantis espíritas ressaltando o tema, os livros deverão estar expostos pode ser também no varal didático.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos para Crianças 1 – Editora Auta de Souza
Além das Nuvens – Augusto Cezar Netto
Nosso Lar – André Luiz
Meu Avô Desencarnou
O Menino que Não Morreu – Isolina B. Viana
Maricota Sererepe – Casimiro Cunha
Juca Lambisca, Francisco Cândido Xavier, Waldo Vieira
A vovó sabe tudo – Jaci Marelli
Bellinha e a Lagarta – Bernardete Adeilson Salles
Os Dois Franciscos – Etna Lacerda
Crise da Morte – Ernesto Bozzono
O menino Chico – Adeilson Salles
Lindos Casos de Chico Xavier – Ramiro Gama
Mensagem do Pequeno Morto – Nélio Lúcio
O Livro dos Espíritos, Cap III, V – Allan Kardec
O Espiritismo Segundo o Evangelho, Cap XXVII – Allan Kardec
Observação:
o A aula será simples não se estender no tempo, lembrando que é um programa de esclarecimento, é amparo ao encarnado e desencarnado caso, querer saber mais sobre o assunto, convidar para nossas casas espíritas.
o O Rodízio será de manhã e a tarde. As aulas serão ministradas por Evangelizadores e trabalhadores mirins, que atenderão crianças e adultos.
o Não esquecer dos materiais e recursos.
Pensando na morte
Nós, seres humanos, somos de raças e cores diferentes. Temos múltiplas formas de nos expressar, através da linguagem e da diversidade dos costumes.
Em matéria de crença religiosa, filiamo-nos àquela que melhor nos fale ao coração.
Somos de graus variados em intelecto, posição social e sentimentos.
Mas, se há um verdadeiro ponto comum para todos nós, esse se chama morte.
Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, é com o que menos nos preocupamos.
Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desavenças com pessoas e nações, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficará aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.
Acumulamos bens e trabalhamos muito além da conta, para encher cofres e contas bancárias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.
Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcançar.
Para quase todos, aliás, falar em morte equivale a algo lúgubre, tenebroso.
Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade Média.
Se nos recordarmos dos cristãos primitivos, veremos que para eles a morte não tinha conotação de terror algum.
Era, antes, considerada a grande libertadora. Conscientes da mensagem imortalista do Galileu, eles partiam para o martírio entre hinos de alegria.
No corpo, consideravam-se encarcerados, anelando pela liberdade.
Na limitação orgânica, sentiam-se em área estreita e sombria, desejando a luminosidade do amanhecer eterno.
Enquanto na matéria, experimentavam cativeiro perturbador e por isso mesmo, esforçavam-se para alcançar a libertação.
Viviam as experiências terrenas com lucidez, preservando a certeza de que, por mais se alongassem, seriam interrompidas com a morte, prosseguindo noutra dimensão.
Face a essa convicção, jamais se atemorizavam diante da própria morte. Nem dos seres amados.
Viviam no mundo como alunos num internato, como hóspedes e não como residentes fixos.
Martirizados ou perseguidos, recebiam a penalidade como forma de sublimação e de mais fácil ascensão à glória imortal.
O infortúnio do exílio, a separação dos bens e da família, embora os fizesse sofrer, não os desesperava, por confiarem no reencontro futuro e na conquista de valiosos tesouros de paz e autorrealização.
A Idade Média, com suas superstições e fanatismo, envolveu a morte em terríveis sombras, vestindo-a de pavor.
As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerimônias macabras, tudo dava a impressão de horror e desalento em referência à morte.
É hora de retornar às fontes primitivas do Cristianismo. Com a certeza da continuação da vida, a morte passará a ser recebida com serenidade.
Morrer deixará de ser tragédia. Será, sim, o mecanismo que facilitará o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.
Sigamos, pois, na sua direção, com tranquilidade e sem temor.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 29, do
livro Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de
Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 2.11.2012.
Em matéria de crença religiosa, filiamo-nos àquela que melhor nos fale ao coração.
Somos de graus variados em intelecto, posição social e sentimentos.
Mas, se há um verdadeiro ponto comum para todos nós, esse se chama morte.
Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, é com o que menos nos preocupamos.
Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desavenças com pessoas e nações, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficará aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.
Acumulamos bens e trabalhamos muito além da conta, para encher cofres e contas bancárias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.
Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcançar.
Para quase todos, aliás, falar em morte equivale a algo lúgubre, tenebroso.
Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade Média.
Se nos recordarmos dos cristãos primitivos, veremos que para eles a morte não tinha conotação de terror algum.
Era, antes, considerada a grande libertadora. Conscientes da mensagem imortalista do Galileu, eles partiam para o martírio entre hinos de alegria.
No corpo, consideravam-se encarcerados, anelando pela liberdade.
Na limitação orgânica, sentiam-se em área estreita e sombria, desejando a luminosidade do amanhecer eterno.
Enquanto na matéria, experimentavam cativeiro perturbador e por isso mesmo, esforçavam-se para alcançar a libertação.
Viviam as experiências terrenas com lucidez, preservando a certeza de que, por mais se alongassem, seriam interrompidas com a morte, prosseguindo noutra dimensão.
Face a essa convicção, jamais se atemorizavam diante da própria morte. Nem dos seres amados.
Viviam no mundo como alunos num internato, como hóspedes e não como residentes fixos.
Martirizados ou perseguidos, recebiam a penalidade como forma de sublimação e de mais fácil ascensão à glória imortal.
O infortúnio do exílio, a separação dos bens e da família, embora os fizesse sofrer, não os desesperava, por confiarem no reencontro futuro e na conquista de valiosos tesouros de paz e autorrealização.
A Idade Média, com suas superstições e fanatismo, envolveu a morte em terríveis sombras, vestindo-a de pavor.
As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerimônias macabras, tudo dava a impressão de horror e desalento em referência à morte.
É hora de retornar às fontes primitivas do Cristianismo. Com a certeza da continuação da vida, a morte passará a ser recebida com serenidade.
Morrer deixará de ser tragédia. Será, sim, o mecanismo que facilitará o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.
Sigamos, pois, na sua direção, com tranquilidade e sem temor.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 29, do
livro Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de
Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 2.11.2012.
"Vinde a mim as criancinhas"
Pessoal, essas lindas gravuras garimpadas na Internet foram utilizadas para concfeccionar o recurso: "Trilha do Bem", com o objetivo de endossar a importância dos valores e virtudes exemplificadas por Jesus.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Lembrete importante!!!
Nossa amiga, Jaine, de Goiânia nos fez lembrar da campanha de doações de livros literários infantis por parte da fundação Itaú Social. Peça seu Kit!
O Banco Itaú está doando 8 milhões de livros infantis através do Programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social. Esta ação visa incentivar a leitura de crianças de até 06 anos de idade, através da contação de histórias por meio de livros infantis ilustrados. Eu já recebi os meus e vou doar pro posto de assistência, escola espírita...
Para receber a doação, entre no site: http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home
Clicar no link Peça Seu Kit.
O Banco Itaú está doando 8 milhões de livros infantis através do Programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social. Esta ação visa incentivar a leitura de crianças de até 06 anos de idade, através da contação de histórias por meio de livros infantis ilustrados. Eu já recebi os meus e vou doar pro posto de assistência, escola espírita...
Para receber a doação, entre no site: http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home
Clicar no link Peça Seu Kit.
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