Valores são temas essenciais em qualquer trabalho educacional. E nada mais inteligente que aliá-los ao processo de letramento infantil ampliando os horizontes e trabalhando com a formação de hábitos e atitudes. Simão de Miranda, pra quem não conhece é um professor aqui do Gama, autor de vários livros de literatura, dentre outros, particularmente, sou fã de suas produções, esse, por exemplo, por sinal maravilhoso transformou-se num excelente recurso didático, utilizo as pranchas emplastificadas para maior durabilidade do material e com prendedores de roupa com letras de EVA fixadas.
Esse singelo espaço virtual está destinado aos evangelizadores do Jardim de Infância; aos que se dedicam com carinho e cuidado daqueles pequenos seres em processo evolutivo; que necessitam de orientações sadias e proveitosas. Naveguem! Consultem! Pesquisem! Sugiram! Participem! Sonhem com uma sociedade evangelizada e feliz! Essa é a nossa missão! Evangelize! Coopere com Jesus!
www.jardineirasdeplantao2.blogspot.com
sábado, 16 de março de 2013
Combinados e regrinhas de convivência
Nunca é tarde para trabalhar valores. E por que não na Escola de Evangelização Infantil? No blog da Mari, Gente Miúda, encontrei esses combinados maravilhosos pois dão ênfase às ações positivas, é o que precisa ser reforçado pois o comportamento errado cada um já sabe quais são eles. Basta entrar em contato por e-mail, no meu novo endereço que os envio, já estão no tamanho adequado para serem impressos no formato A4: santaremlenir@gmail.com
terça-feira, 5 de março de 2013
Momento Culinário: Beijinho de Coco
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 pacote de coco ralado (100g)
1 colher (café) de manteiga
Cravos a gosto para decorar (opcional)
Misture o leite condensado, metade do coco ralado e a manteiga e leve ao fogo baixo, mexendo com uma colher de pau até que solte do fundo da panela. Despeje em uma travessa umedecida e deixe esfriar completamente. Unte as mãos com manteiga, modele as bolinhas e passe-as no restante do coco. Enfeite com cravo e arrume os docinhos em forminhas de papel coloridas.
Momento Culinário: Brigadeiro
INGREDIENTES
- 1 lata de leite condensado
- 2 colheres de sopa de manteiga
- 2 colheres de sopa de achocolatado em pó
- chocolate granulado a gosto
segunda-feira, 4 de março de 2013
Momento Culinário: Pirulito de biscoito Maria
Ingredientes:
400gr de chocolate ao leite ou meio amargo
50 unidades de biscoitos Maria
1 lata de leite condensado
Chocolate granulado, para decorar
25 palitos de churrasco/picolé
Cozinhe a lata de leite condensado em pressão por 30 min. Depois de completamente fria, abra a lata e retire o doce. (Logicamente essa parte deverá ser feita anteriormente para não demandar muito tempo)
Derreta o chocolate em banho Maria, faça a temperagem.
Coloque doce de leite em uma bolacha Maria, ajuste o palito de churrasco e cubra com outra bolacha, passa a (espátula/palito de picolé) nas laterais da bolacha para ajustar o doce e ficar uniforme.
Banhe uma metade do biscoito no chocolate, deixe escorrer e coloque no papel alumínio. Leve à geladeira. Banhe a outra metade do biscoito e coloque sobre o papel alumínio/bandeja, decore rapidamente com o chocolate granulado, deixe secar bem.
Não precisa voltar à geladeira, pois o biscoito já está gelado e vai secar o chocolate rapidamente.
Conserve em local arejado, pois o chocolate vai “suar”. Somente depois desse processo embale os pirulitos em sacos de celofane e amarre com fitilhos ou fitas de sua preferência.
Sugestões:
*Caso utilize chocolate hidrogenado não é necessário a temperagem e nem levar à geladeira.
*Substitua os palitos de churrasco por palitos de picolé, aconselhável em caso de crianças pequenas.
*Substitua o doce de leite por brigadeiro, goiabada ou outro doce de sua preferência.
*Banhe o biscoito inteiro se preferir não fazê-lo por parte, como indicado na receita.
400gr de chocolate ao leite ou meio amargo
50 unidades de biscoitos Maria
1 lata de leite condensado
Chocolate granulado, para decorar
25 palitos de churrasco/picolé
Cozinhe a lata de leite condensado em pressão por 30 min. Depois de completamente fria, abra a lata e retire o doce. (Logicamente essa parte deverá ser feita anteriormente para não demandar muito tempo)
Derreta o chocolate em banho Maria, faça a temperagem.
Coloque doce de leite em uma bolacha Maria, ajuste o palito de churrasco e cubra com outra bolacha, passa a (espátula/palito de picolé) nas laterais da bolacha para ajustar o doce e ficar uniforme.
Banhe uma metade do biscoito no chocolate, deixe escorrer e coloque no papel alumínio. Leve à geladeira. Banhe a outra metade do biscoito e coloque sobre o papel alumínio/bandeja, decore rapidamente com o chocolate granulado, deixe secar bem.
Não precisa voltar à geladeira, pois o biscoito já está gelado e vai secar o chocolate rapidamente.
Conserve em local arejado, pois o chocolate vai “suar”. Somente depois desse processo embale os pirulitos em sacos de celofane e amarre com fitilhos ou fitas de sua preferência.
Sugestões:
*Caso utilize chocolate hidrogenado não é necessário a temperagem e nem levar à geladeira.
*Substitua os palitos de churrasco por palitos de picolé, aconselhável em caso de crianças pequenas.
*Substitua o doce de leite por brigadeiro, goiabada ou outro doce de sua preferência.
*Banhe o biscoito inteiro se preferir não fazê-lo por parte, como indicado na receita.
Música: A lição da formiguinha
Agora é hora de cantar a história de uma formiguinha
Que ficou muito egoísta querendo viver sozinha
Pois encontrou um monte de açúcar e fez ali o seu castelo
Veio a chuva e transformou o parecia muito belo
Olha formiguinha, olha formiguinha você nunca está sozinha (2x)
Foi aquela correria pois estava tudo se acabando
Quando suas irmãzinhas gritaram: a Egolanda está se afogando
Tiraram ela do formigueiro, cuidaram dela com carinho
Ensinaram que nessa vida ninguem vive tão sozinho
Olha formiguinha, olha formiguinha você nunca está sozinha (2x)
Depois de tudo era só alegria, aquela lição foi uma vitória
Das formiguinhas que transformaram o final da nossa história
Olha formiguinha, olha formiguinha você nunca está sozinha (2x)
Olha criancinha olha criancinha, a lição da formiguinha (2x)
Você nunca está sozinha, você nunca está sozinha
domingo, 3 de março de 2013
Teatro de Boas Vindas – O Castelo de Açúcar – Espírito Vovó Amália – Editora FEB
(A idéia para o cenário é montar um formigueiro em forma de triângulo com balões marrons e colar algumas formigas feitas em cartolina e o morro de açúcar queremos utilizar um pedaço grande de TNT branco amarrado com fio de nylon no alto do teto de forma que possamos controlá-lo (abaixar) quando o açúcar derreter com a chuva.)
NARRADOR: Egolanda era uma formiguinha muito esperta que morava em um grande formigueiro. Como formiguinha operária sua responsabilidade era trazer alimento para as outras irmãs. Naquele dia, Egolanda decidiu que iria para a região próxima à cerca do parque. Era domingo, estava repleto de pessoas e, com certeza, acharia muita comida. Pediu autorização ao chefe do serviço, no que foi prontamente atendida. assim, correu para o parque. Passou por muitos troncos, folhas, árvores, até que chegou à grande cerca. olhou de um lado, olhou de um lado, olhou do outro e decidiu ir mais adiante, até que...
EGOLANDA: Nossa! Puxa! Vou olhar mais de perto.
NARRADOR: Ela havia encontrado uma enorme montanha, toda branquinha. percebeu que aquela enorme montanha era toda feita de açúcar. Ficou tão maravilhada com a sua descoberta que gritou bem alto:
EGOLANDA: Estou rica, rica... Esta montanha inteira daria para alimentar o formigueiro todinho por mais de um ano!
NARRADOR: Mas, aquela alegria mudou de repente...
EGOLANDA: O quê? Eu... Dividir isto com aquelas formigas preguiçosas? Quem achou fui eu. Poderei passar o resto da vida aqui, sentada e sem fazer nada. Vou construir o meu castelo e serei a rainha do açúcar. Quem quiser do meu açúcar que pague, e caro. Mas, primeiro vou construir uma muralha em volta para evitar as formigas intrusas em meu palácio.
NARRADOR: Passou o dia todo catando gravetos, folhas. Construiu o muro e o castelo. Já era noite e lá no formigueiro todas estavam muito preocupadas porque ela não havia voltado. Falaram com a rainha da sua ausência e ela, imediatamente, ordenou que fossem providenciados alguns grupos de busca. Deviam partir logo pela manhã. No outro dia, de manhã cedinho, várias equipes saíram à sua procura. Ela foi encontrada tomando sol na varanda do seu castelo.
FORMIGA I: Egolanda! O que faz aí?
EGOLANDA: Agora estou rica e não preciso de vocês. Olhem o meu reino e fiquem maravilhadas com tudo o que tenho.
NARRADOR: Todas se entreolharam. Como não entenderam nada, voltaram correndo para o formigueiro e contaram tudo à rainha. Ela então resolveu ir fazer uma visita para ver o que se passava. Chegando lá observou aquela montanha e percebeu o que havia acontecido. Dirigiu-se a Egolanda e falou:
RAINHA: Minha filha, sei o que se passa. Esta montanha é toda de açúcar, não é?
EGOLANDA: Sim, e toda minha também.
RAINHA: Mas, egolanda, pense bem como poderia ser útil para todas nós a sua descoberta. Poderíamos ter alimento por um longo período de tempo!
EGOLANDA: O que? Você acha que eu vou dividir tudo isso com vocês? Agora também sou uma rainha e nunca mais trabalharei para ninguém.
RAINHA: Mas o trabalho é um meio de você se sentir útil.
EGOLANDA: Besteira, fora daqui; não quero ver nenhuma de vocês nunca mais.
NARRADOR: A rainha se entristeceu muito. A chefe da guarda que havia acompanhado a rainha ficou indignada com a atitude de Egolandra e falou:
FORMIGA II: Majestade, vamos tomar a montanha à força e depois prenderemos essa ingrata e...
RAINHA: Não, ela não está precisando de prisão; ela está doente, muito doente... Vamos embora e deixemos tudo como ela deseja.
NARRADOR: As formigas foram embora e deixaram Egolanda em sua nova casa. O tempo foi passado e ela ficava o dia inteiro sem fazer nada, só comendo e dormindo. Certo dia começou a cair uma chuvinha muito fininha que logo virou uma grande tempestade. Egolanda estava protegida no seu castelo. Como estava chovendo, foi dormir um pouquinho. Arrumou sua caminha e tirou uma soneca. A chuva, que estava caindo lá fora, aos poucos foi derretendo a montanha e começou a formar uma enorme lagoa de melado. Egolanda acordou assustada e viu que estava presa e cada vez se afundava mais e mais. Tentou sair dali, mas não tinha no que segurar.
EGOLANDA: Socorro! Socorro! Socorro! Alguém me ajude!
FORMIGA I: Majestade, tem alguém lá fora precisando de ajuda e está gritando por socorro.
RAINHA: Chame a equipe de resgate e salve a criatura... Depressa, anda...
FORMIGA I: Nossa! É a egolanda. Vamos levar a fujona pra rainha.
NARRADOR: Chegando ao formigueiro, para espanto geral, a rainha mandou que arrumassem o melhor quarto e chamassem os melhores médicos. Cuidou pessoalmente dela durante muitos dias, até que Egolanda despertou. Abriu os olhos e viu a grande rainha à sua frente.
RAINHA: Ei filha, está melhor?
EGOLANDA: Majestade o que estou fazendo aqui: só me lembro de estar me afogando naquela lagoa de melado...
RAINHA: Retiramos você de lá. Agora você tem que descansar para ficar completamente boa. Está com fome?
EGOLANDA: Sim.
RAINHA: Traga sopa, por favor. Agora que você já está um pouco melhor, vou voltar às minhas tarefas. As enfermeiras cuidarão bem de você.
NARRADOR: Sentindo-se amparada, egolanda começou a se lembrar do que havia feito. Lembrou-se que havia negado partilhar sua descoberta com as irmãs e não compreendia porque estavam tratando dela tão bem. Já não era mais rica, já não tinha mais nada a oferecer.
EGOLANDA: Majestade, por que vocês estão me tratando assim depois de tudo o que eu fiz?
RAINHA: O que você fez não foi correto, mas existe algo que você não está levando em consideração.
EGOLANDA: O quê?
RAINHA: É que nós amamos você.
NARRADOR: Diante daquelas palavreas, Egolanda começou a chorar. Desejou naquele momento ter morrido na lagoa, tamanha a vergonha que sentia.
RAINHA: Espero que você sare logo para que possa voltar ao trabalho.
EGOLANDA: A senhora não vai me castigar por tudo o que eu fiz?
RAINHA: Você não acha, filha, que já se castigou o bastante? É muito bom que esteja de volta.
NARRADOR: A rainha retirou-se do quarto e Egolanda chorou por muito ... E muito tempo. Chorava não mais de vergonha do que havia feito, mas de felicidade, porque havia compreendido que o tesouro maior neste mundo só os amigos que conseguimos conquistar com o perdão, amor e solidariedade.
ENCERRAMENTO DA APRESENTAÇÃO DA MÚSICA: A LIÇÃO DA FORMIGUINHA.
NARRADOR: Egolanda era uma formiguinha muito esperta que morava em um grande formigueiro. Como formiguinha operária sua responsabilidade era trazer alimento para as outras irmãs. Naquele dia, Egolanda decidiu que iria para a região próxima à cerca do parque. Era domingo, estava repleto de pessoas e, com certeza, acharia muita comida. Pediu autorização ao chefe do serviço, no que foi prontamente atendida. assim, correu para o parque. Passou por muitos troncos, folhas, árvores, até que chegou à grande cerca. olhou de um lado, olhou de um lado, olhou do outro e decidiu ir mais adiante, até que...
EGOLANDA: Nossa! Puxa! Vou olhar mais de perto.
NARRADOR: Ela havia encontrado uma enorme montanha, toda branquinha. percebeu que aquela enorme montanha era toda feita de açúcar. Ficou tão maravilhada com a sua descoberta que gritou bem alto:
EGOLANDA: Estou rica, rica... Esta montanha inteira daria para alimentar o formigueiro todinho por mais de um ano!
NARRADOR: Mas, aquela alegria mudou de repente...
EGOLANDA: O quê? Eu... Dividir isto com aquelas formigas preguiçosas? Quem achou fui eu. Poderei passar o resto da vida aqui, sentada e sem fazer nada. Vou construir o meu castelo e serei a rainha do açúcar. Quem quiser do meu açúcar que pague, e caro. Mas, primeiro vou construir uma muralha em volta para evitar as formigas intrusas em meu palácio.
NARRADOR: Passou o dia todo catando gravetos, folhas. Construiu o muro e o castelo. Já era noite e lá no formigueiro todas estavam muito preocupadas porque ela não havia voltado. Falaram com a rainha da sua ausência e ela, imediatamente, ordenou que fossem providenciados alguns grupos de busca. Deviam partir logo pela manhã. No outro dia, de manhã cedinho, várias equipes saíram à sua procura. Ela foi encontrada tomando sol na varanda do seu castelo.
FORMIGA I: Egolanda! O que faz aí?
EGOLANDA: Agora estou rica e não preciso de vocês. Olhem o meu reino e fiquem maravilhadas com tudo o que tenho.
NARRADOR: Todas se entreolharam. Como não entenderam nada, voltaram correndo para o formigueiro e contaram tudo à rainha. Ela então resolveu ir fazer uma visita para ver o que se passava. Chegando lá observou aquela montanha e percebeu o que havia acontecido. Dirigiu-se a Egolanda e falou:
RAINHA: Minha filha, sei o que se passa. Esta montanha é toda de açúcar, não é?
EGOLANDA: Sim, e toda minha também.
RAINHA: Mas, egolanda, pense bem como poderia ser útil para todas nós a sua descoberta. Poderíamos ter alimento por um longo período de tempo!
EGOLANDA: O que? Você acha que eu vou dividir tudo isso com vocês? Agora também sou uma rainha e nunca mais trabalharei para ninguém.
RAINHA: Mas o trabalho é um meio de você se sentir útil.
EGOLANDA: Besteira, fora daqui; não quero ver nenhuma de vocês nunca mais.
NARRADOR: A rainha se entristeceu muito. A chefe da guarda que havia acompanhado a rainha ficou indignada com a atitude de Egolandra e falou:
FORMIGA II: Majestade, vamos tomar a montanha à força e depois prenderemos essa ingrata e...
RAINHA: Não, ela não está precisando de prisão; ela está doente, muito doente... Vamos embora e deixemos tudo como ela deseja.
NARRADOR: As formigas foram embora e deixaram Egolanda em sua nova casa. O tempo foi passado e ela ficava o dia inteiro sem fazer nada, só comendo e dormindo. Certo dia começou a cair uma chuvinha muito fininha que logo virou uma grande tempestade. Egolanda estava protegida no seu castelo. Como estava chovendo, foi dormir um pouquinho. Arrumou sua caminha e tirou uma soneca. A chuva, que estava caindo lá fora, aos poucos foi derretendo a montanha e começou a formar uma enorme lagoa de melado. Egolanda acordou assustada e viu que estava presa e cada vez se afundava mais e mais. Tentou sair dali, mas não tinha no que segurar.
EGOLANDA: Socorro! Socorro! Socorro! Alguém me ajude!
FORMIGA I: Majestade, tem alguém lá fora precisando de ajuda e está gritando por socorro.
RAINHA: Chame a equipe de resgate e salve a criatura... Depressa, anda...
FORMIGA I: Nossa! É a egolanda. Vamos levar a fujona pra rainha.
NARRADOR: Chegando ao formigueiro, para espanto geral, a rainha mandou que arrumassem o melhor quarto e chamassem os melhores médicos. Cuidou pessoalmente dela durante muitos dias, até que Egolanda despertou. Abriu os olhos e viu a grande rainha à sua frente.
RAINHA: Ei filha, está melhor?
EGOLANDA: Majestade o que estou fazendo aqui: só me lembro de estar me afogando naquela lagoa de melado...
RAINHA: Retiramos você de lá. Agora você tem que descansar para ficar completamente boa. Está com fome?
EGOLANDA: Sim.
RAINHA: Traga sopa, por favor. Agora que você já está um pouco melhor, vou voltar às minhas tarefas. As enfermeiras cuidarão bem de você.
NARRADOR: Sentindo-se amparada, egolanda começou a se lembrar do que havia feito. Lembrou-se que havia negado partilhar sua descoberta com as irmãs e não compreendia porque estavam tratando dela tão bem. Já não era mais rica, já não tinha mais nada a oferecer.
EGOLANDA: Majestade, por que vocês estão me tratando assim depois de tudo o que eu fiz?
RAINHA: O que você fez não foi correto, mas existe algo que você não está levando em consideração.
EGOLANDA: O quê?
RAINHA: É que nós amamos você.
NARRADOR: Diante daquelas palavreas, Egolanda começou a chorar. Desejou naquele momento ter morrido na lagoa, tamanha a vergonha que sentia.
RAINHA: Espero que você sare logo para que possa voltar ao trabalho.
EGOLANDA: A senhora não vai me castigar por tudo o que eu fiz?
RAINHA: Você não acha, filha, que já se castigou o bastante? É muito bom que esteja de volta.
NARRADOR: A rainha retirou-se do quarto e Egolanda chorou por muito ... E muito tempo. Chorava não mais de vergonha do que havia feito, mas de felicidade, porque havia compreendido que o tesouro maior neste mundo só os amigos que conseguimos conquistar com o perdão, amor e solidariedade.
ENCERRAMENTO DA APRESENTAÇÃO DA MÚSICA: A LIÇÃO DA FORMIGUINHA.
Confraternização de Abertura da Evangelização Infantil - O Castelo de Açúcar
Trabalho Maria de Nazaré
Posto de Assistência Augusto Elias da Silva
Programação de Abertura da Escola de Evangelização Espírita Infantil
Comissão de Evangelização Infantil – 1º Semestre
Data: 03/03/2013
Cronograma do Evento:
• 09:00 às 09:30 – Recepção, músicas, dinâmica de boas vindas: “Cara a Cara” , distribuição de crachás e café da manhã....
• 09:30 às 09:50 – Abertura com a prece, apresentação da Escola de Evangelização Espírita Infantil, das crianças novas e dos cursos que serão oferecidos e seus respectivos livros de estudo.
• 10:00 às 10:30 – Abertura 1º Momento: Apresentação da teatrinho: O Castelo de Açúcar – pelo Espírito Vovó Amália. Editora FEB. (História fala de modo simples, de valores maiores que necessitam hoje, mais do que nunca, serem despertados. O poder do perdão, do amor, da solidariedade, do diálogo, contrapondo-se à violência, ao ódio, à vingança, ao egoísmo, deve merecer reflexão em nosso dia-a-dia. Haverá um comentário geral para contextualizar a dramatização com a finalidade de avaliar o comportamento dos personagens centrais: Egolanda e a rainha.
Apresentação da coreografia: A lição da formiguinha (Evangelizadores) e Apreciação da história.
• 10:00 às 11:00 - 2º Momento de oficina prática de culinária: Divisão das crianças em três grupos para compor as mesas de preparo de:
1. Brigadeiro em forma de formiga, duas bolinhas granuladas de chocolate e unidas por pedaços de palito de dente.
2. Beijinho de coco simbolizando o açúcar que a Egolanda encontrou.
3. Pirulito de bolacha para representar o cercado que havia em volta do Castelo de açúcar.
Logicamente as crianças estarão participando desse esquema de rodízio com a presença de evangelizadores adultos que acompanharão todo o processo, sobretudo higienização das mãos... Ao final será montada uma mesa maquete de doces simbolizando a história da formiguinha e confraternização com todos com a degustação do que foi preparado coletivamente.
Parabéns pela mudança de comportamento da Egolanda e para a abertura da Evangelização Infantil.
• 11:10 – Encerramento com a prece e entrega das lembranças, 1 CD de músicas animadas da concafras por família numa capa em forma de formiga.
• 11:20 – Distribuição de cachorro quente e refrigerante.
Providências: Ingredientes em quantidade para desenvolvimento das oficinas: leite condensado, leite em pó, Nescau, chocolate granulado, leite de coco, doce de leite, panos de prato, conchas e talheres, pratos e copos descartáveis.
Posto de Assistência Augusto Elias da Silva
Programação de Abertura da Escola de Evangelização Espírita Infantil
Comissão de Evangelização Infantil – 1º Semestre
Data: 03/03/2013
Cronograma do Evento:
• 09:00 às 09:30 – Recepção, músicas, dinâmica de boas vindas: “Cara a Cara” , distribuição de crachás e café da manhã....
• 09:30 às 09:50 – Abertura com a prece, apresentação da Escola de Evangelização Espírita Infantil, das crianças novas e dos cursos que serão oferecidos e seus respectivos livros de estudo.
• 10:00 às 10:30 – Abertura 1º Momento: Apresentação da teatrinho: O Castelo de Açúcar – pelo Espírito Vovó Amália. Editora FEB. (História fala de modo simples, de valores maiores que necessitam hoje, mais do que nunca, serem despertados. O poder do perdão, do amor, da solidariedade, do diálogo, contrapondo-se à violência, ao ódio, à vingança, ao egoísmo, deve merecer reflexão em nosso dia-a-dia. Haverá um comentário geral para contextualizar a dramatização com a finalidade de avaliar o comportamento dos personagens centrais: Egolanda e a rainha.
Apresentação da coreografia: A lição da formiguinha (Evangelizadores) e Apreciação da história.
• 10:00 às 11:00 - 2º Momento de oficina prática de culinária: Divisão das crianças em três grupos para compor as mesas de preparo de:
1. Brigadeiro em forma de formiga, duas bolinhas granuladas de chocolate e unidas por pedaços de palito de dente.
2. Beijinho de coco simbolizando o açúcar que a Egolanda encontrou.
3. Pirulito de bolacha para representar o cercado que havia em volta do Castelo de açúcar.
Logicamente as crianças estarão participando desse esquema de rodízio com a presença de evangelizadores adultos que acompanharão todo o processo, sobretudo higienização das mãos... Ao final será montada uma mesa maquete de doces simbolizando a história da formiguinha e confraternização com todos com a degustação do que foi preparado coletivamente.
Parabéns pela mudança de comportamento da Egolanda e para a abertura da Evangelização Infantil.
• 11:10 – Encerramento com a prece e entrega das lembranças, 1 CD de músicas animadas da concafras por família numa capa em forma de formiga.
• 11:20 – Distribuição de cachorro quente e refrigerante.
Providências: Ingredientes em quantidade para desenvolvimento das oficinas: leite condensado, leite em pó, Nescau, chocolate granulado, leite de coco, doce de leite, panos de prato, conchas e talheres, pratos e copos descartáveis.
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