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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Aviso 1 - Encontro Fraterno: Novo Gama/Pedregal


Jesus abençoe a boa vontade de cada um.

Avisamos que sábado, Dia 29/jun às 14h30, teremos REUNIÃO SOBRE O ENCONTRO FRATERNO, no Colégio Estadual do Novo Gama, Av. Perimetral Um S/N Central. 

Informações pelos tel.: 9213.9267 - 8511.8987
Lenir:9333.7976

Esperamos a presença de todos, principalmente dos coordenadores indicados para as Comissões de Trabalho.


Paz e Luz para todos!!!

 


 


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dicas para organizar uma festa junina educativa na escola

(retirado do site educar) http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/festa-junina-educativa-475397.shtml
Texto Camilo Gomide

Descobrir a origem da festa junina pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa
Pé de moleque, canjica, curau, pamonha, bolo de milho, quentão, bandeirinhas, fogueira, chapéu de palha, sanfona e arraiá. Sim, estamos falando de festa junina. Todo mês de junho é assim: tiramos do armário as camisas xadrez e os vestidos de chita, pintamos sardinhas nas meninas e bigodinhos nos meninos e vamos satisfeitos para a festa na escola, pensando em todos os quitutes deliciosos que nos aguardam. 

Esquecemos o principal: o significado da festa. Você conhece as origens das festas juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E o colégio do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para as crianças? 

Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos. O Educar Para Crescer consultou alguns pedagogos e um antropólogo e elencou algumas dicas para garantir que a sua festa junina seja uma verdadeira aula.

1 – Procure o sentido original da festa:
Qual a origem da festa junina? Descobrir isso pode ser o primeiro passo para a contextualização da festa. E é importante motivar os alunos a buscarem esta resposta. Saber que a tradição vem dos festejos de agradecimento aos santos pela colheita do meio do ano e que, por isso, a maioria dos quitutes é feita de milho, por exemplo, pode despertar neles o interesse pela história. "É necessário recuperar o porquê da tradição da quadrilha, das comidas, da fogueira, para que a festa junina não vire uma mera caricatura do mundo da roça", diz o antropólogo Jadir de Morais Pessoa, professor titular da Universidade Federal de Goiás, especialista em folclore.
2 – Descaricaturizar o homem do campo:
Homem do campo não é Jeca Tatu. É importante apresentar o campo de uma nova maneira. Tirar o olhar de deboche sobre o caipira, manifesto muitas vezes pelas roupas exageradas ou por posturas imbecilizadas. "Trazer uma pessoa da roça para contar dos saberes, descaricaturizar o homem rural. Festejá-lo como sujeito portador de saberes", indica o antropólogo Jadir de Moraes.
3 – Resgatar as manifestações culturais:
Um dos elementos mais importantes das festas juninas são as danças e as músicas populares. Muitas escolas contratam profissionais especializados em cultura popular para valorizar e aprofundar esse universo e desenvolver com os alunos as danças e as canções típicas. Elas não se limitam a contratar sanfoneiros e conjuntos para meras apresentações, fazem mais: colocam os alunos para dançar e até para criar as músicas. "No colégio Vera Cruz, trabalhamos há 10 anos danças típicas de todo o Brasil. As crianças de 5 anos apresentam a "Congada", dança de Minas Gerais; as de 6 anos dançam o "Bumba meu Boi", do Maranhão; e as de 7 anos fazem a tradicional quadrilha", conta Elizabeth Menezes, professora de educação corporal do colégio Vera Cruz. 
A festa junina pode ser ótima oportunidade também para apresentar novos instrumentos musicais para as crianças. 
No Vera Cruz, a professora traz instrumentos folclóricos como a caixa do Divino Espírito Santo, a matraca, os gungas e os chocalhos. "O mais lindo é ver o quanto as crianças aprendem. Esse ano um aluno criou uma música que nós vamos utilizar na dança: "Um triângulo, dois quadrados, céu e terra, sol e chuva formam o planeta terra de todo mundo", emociona-se a professora, cantando a canção do aluno Theo Vendramini Sampaio, de 5 anos.
4 – Envolver os estudantes no assunto:
Como motivar os estudantes e trazê-los para o projeto? A escola Viva, de São Paulo, utilizou, neste ano, um recurso muito simples: fixou painéis por toda a escola. Os cartazes, confeccionados pelos próprios alunos, traziam curiosidades e atraiam a atenção para o evento. "Foi uma maneira de despertar a atenção nos mais novos. Os painéis traziam informações do tipo: você sabe por que tem fogueira na festa junina? Além disso, traziam fotos dos professores em festas juninas, quando crianças. A brincadeira era adivinhar quem era o professor", disse Marta Campos, coordenadora geral do Ensino Fundamental I da Escola Viva.
5 – Trazer os alunos para preparação da festa:
As festas juninas escolares devem ser feitas por e para os alunos. O objetivo é estimular o senso de autonomia e de cooperação, reforçando a importância do trabalho comunitário na escola. Para isso, é importante envolver os estudantes em todo o processo, desde a confecção dos estandartes e bandeirinhas à organização das brincadeiras. "Todos os alunos estão envolvidos na organização da festa. Mas alguns têm responsabilidades maiores. Eles coordenam os preparativos, fazem reuniões com a diretoria, apresentam relatórios e tem autonomia para decidir", afirma Wanilda Tieppo, assistente de direção da escola da Vila.
6 – Trazer os alunos para a preparação da festa:
A preparação da festa pode e deve estar atrelada ao conteúdo aplicado em sala de aula. Na escola Oswald de Andrade, por exemplo, cada classe é responsável por uma barraca e cada barraca apresenta transversalmente o projeto trabalhado em classe. "A turma que está estudando os alimentos, por exemplo, preparou uma barraca relacionada ao assunto", destaca Roberta Ferrari Rodovalho, coordenadora assistente do Colégio Oswald de Andrade, de São Paulo.
7 – Valorizar o brincar:
Uma das tradições da festa junina são as brincadeiras: pescaria, boca do palhaço, jogo da argola, corrida de sacos, pau de sebo, entre outros. Os jogos juninos são a grande diversão da garotada e podem ser uma boa maneira de transmitir valores de cidadania para os alunos. Dois bons exemplos de valorização do lúdico acontecem nas escolas Vera Cruz e Oswald. Na primeira, as próprias crianças são responsáveis pela confecção das prendas. "Elas fazem colares, cadernos, trabalhos em argila e todo tipo de brinquedos. Vale tudo, o importante é a participação", diz Elizabeth Menezes. Já no Oswald, não há brindes para os vencedores. "O objetivo é estimular a brincadeira pela brincadeira", conta Roberta Ferrari Rodovalho, coordenadora assistente do colégio Oswald de Andrade, de São Paulo.
8 – Estimular a participação da família:
A participação dos pais e familiares é importante para as festas juninas em vários aspectos. Para começar, quando comparecem os pais estimulam a criança e reforçam a auto-estima. Mas eles também podem contribuir na organização. No Colégio Oswald de Andrade, por exemplo, os pais conjuntamente com os filhos são convidados a preparar e a trazer os comes e bebes. "A participação dos pais é muito importante para nós. Cabe a eles trazer as comidas, que ficam todas dispostas em uma mesa. O lanche é comunitário, não tem custo, é só chegar e pegar", diz Roberta Ferrari Rodovalho, assistente de direção do Colégio Oswald.
9 – Não fazer a festa no horário das aulas:
É muito importante não atrapalhar a rotina e a programação escolar por causa da festa. A começar pela escolha da hora e da data do evento. Não pode ser no horário letivo. O melhor é fazer aos sábados, domingos ou depois das aulas. "Nunca fazemos nossas festas em período letivo, temos um programa a seguir e
não descumprimos. As festas juninas acontecem sexta-feira à tarde, único dia da semana que não funcionamos em período integral", explica José Carlos Alves, diretor do Colégio de Aplicação do Pernambuco, escola pública com a segunda melhor média no Enem e 14ª colocada no ranking nacional.
10- Não usar a festa apenas para arrecadar dinheiro:
A festa junina não pode ser apenas um pretexto para se arrecadar dinheiro para melhorias na escola. Precisa se auto-sustentar, é claro, mas não precisa gerar lucro. Algumas escolas, como a escola da Vila, em São Paulo, preferem utilizar a festança para juntar recursos para instituições de caridade. "Não cobramos entrada. Pedimos para que as pessoas tragam doações, que repassamos à ONGs que ajudam pessoas carentes. Em 2008 e em 2009, estamos arrecadando utensílios de higiene e roupas para uma instituição que auxilia moradores de rua", disse Wanilda Tieppo, assistente de direção da escola da Vila.
DICA IMPERDÍVEL: ESTE CD DO GRUPO PALAVRA CANTADA
VALE A PENA VISITAR O LINK
E TENTAR BAIXAR AS CANÇÕES!

Um pouco da história: Festas Juninas


Origem da Festa Junina 
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
 Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenasafro-brasileiros emigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  
Festas Juninas no Nordeste 
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas. 
Comidas típicas 
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 
Tradições 
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

Aprendizagem Significativa: Festa Junina

O planejamento coletivo desse mês ficou muito interativo e dinâmico em nossa escola. Primeiramente trabalhamos a história das festas juninas e todas aquelas tradições que nos encantam e alegram. Trabalhamos a canção: "O balão vai subindo, vai caindo a garoa..." e realmente construimos um balão com caixa de papelão e ele literalmente vai subir no momento da apresentação no dia da festa. Vou em breve postar algumas fotos para vocês visualizarem melhor e toda a arte que fizemos nele. Aproveitamos para falar do perigo de se soltar balões, bombinhas, foguetes e etc...




Nossa turma criou um convite para convidar a outra turma para festejar conosco esse momento cultural. Aproveitamos para realçar em vermelho as letras iniciais, a produção e alguns dos tipos de texto, e trabalhamos também o som das letras do alfabeto.
Nossa turma já enfeitou a sala e os pais também foram envolvidos no processo pois hoje eles levarão comidas típicas para o nosso lanche coletivo: milho cozido, paçoca, pipoca, canjica...
Vai ter pescaria de figuras geométricas, bingo de letras, corrida do milho, dança da laranja, cabra cega, boca do Chico Bento.......
Quer aula melhor que essa? Diversão, aprendizagem e degustação de guloseimas... Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

É noite de São João, o céu fica todo estrelado....

Trabalhar a cultura regional brasileira é tudo de bom, enfocar o aspecto folclórico com as lendas, parlendas, adivinhas, danças, músicas, a diversidade cultural é fascinante. Certa vez convidamos um pai para tocar ao vivo, foi muito bom. Desta vez pretendemos encontrar um grupo para dançar catira.
Nas postagens dos anos anteriores vocês vão encontrar todas as programações, decoração, dicas para brincadeiras juninas, pescaria e tudo mais... Não percam a oportunidade de acessar e breve muito mais festa junina para todos nós.

sábado, 18 de maio de 2013

Aprendizagem Significativa: Dengue

Pensando no quadro alarmante de incidência de dengue a escola na qual trabalho decidiu trabalhar nessa semana temática, a conscientização e responsabilidade de cada um na luta contra esse doença. Resolvi então juntamente com minha turma de jardim de infância confeccionarmos um mosquito reciclando jornal e a idéia deu certo. Começamos pela cabeça e os olhos que eram num formato circular, conteúdo que já tinha sido trabalhado, cada um me ajudou a amassar um pouquinho, depois fomos trabalhar com os retângulos de jornal e eles me ajudaram retorcendo essas partes, usamos cola quente e depois fomos colando pedaços de jornal para revesti-lo. A idéia inicial era pintarmos com tinta mas não deu muito certo, então passei fita isolante, os olhos são tampinhas de pet e fixamos pedaços de fita crepe para imitar as manchinhas. Cada turma confeccionou folder, cartazes, panfletos e fizemos uma passeata nos arredores da escola juntamente com os pais dos alunos.  Garanto que eles chegaram em casa dando aula sobre o ciclo de vida do mosquito e sobre os cuidados que devemos ter para o mosquito não fazer morada em nosso lar. É ou não é aprendizagem significativa?






quarta-feira, 15 de maio de 2013

Oficinas e atividades para o Dia das mães

Enquanto as mães se divertiam com a programação proposta as crianças e jovens se encontravam nas salas preparando as lembranças.





 




 
Obs: Eles fizeram as mesmas rosas para enfeitar o porta-retrato reciclado, só que em tamanho menor e as evangelizadoras manipularam as pistolas de cola quente.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Rosas decorativas de EVA


Mãe combina com tudo o que é belo e bonito, não é mesmo? Então nada melhor que rosas para simbolizar toda essa singeleza.
O blog Vila do Artesão, que é uma página muito visitada por mim e por quase todo mundo que gosta de arte e bom gosto apresentou um passo a passo da Chris Turek, clique aqui. Como não sou boba nem nada, já substituí o papel pelo EVA e tudo deu certo. Você pode usar qualquer material: papel, feltro, EVA, jornal, tecido... vai juntando e montando os cachos conforme queira. Dá pra fazer como lembrança colocando-se um cabinho de palito de churrasco, envolvendo-o com durex ou papel crepom verde. E deixa a criatividade surgir!!!

Essas bolas de pet, foram feitas pelas crianças da evangelização para o nosso Natal, nas postagens anteriores têm o passo a passo, foram simplesmente reaproveitadas com as rosas que aprendemos. Demais!!!


 



 

Porta-retrato para a mamãe

Quer uma lembrança simples, prática, bonita e barata? Então você acabou de encontrar!!
O porta-retrato foi confeccionado com o reaproveitamento de bandejinhas de festa e no verso utilizamos uns rolos de papelão que vem com cartuchos de máquina de impressora. A revelação por unidade, atualmente sai por 0,60 centavos, se você quiser comprar as bandejas de papelão e fazer uma arte com as crianças, sai por 0,30 centavos cada.
Esse ano resolvi fazer algo diferente, peguei no site: www.arteefotomontagens.com.br,  molduras gratuitas, fui montando as fotos dos alunos no power point, pois já queria aproveitar e apresentar as fotos em slides para todas as mães assistirem no dia da homenagem com uma música de fundo.
Lá você encontra molduras com motivos diversos: festa junina, dia dos pais, das mães, personagens... e ainda tem o passo a passo para montagem das mesmas. O formato da moldura está em PNG, você precisa transformar esse formato para JPEG, para poder ser revelada. Basta ao final você ir em salvar como, outros formatos e pronto!!! Esse é o resultado final.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Técnica: Abraço Maternal

Ano passado fizemos essa dinâmica para estreitar mais os laços entre mães e filhos. Primeiramente deixa-se o ambiente livre de cadeiras e bancos e orienta a cada criança e jovem que procure por sua mãe no salão, se por algum motivo ela não se encontrar, podem ser feitos grupos de acordo com a afinidade de cada um.
Eles dão se as mãos, olham-se nos olhos, se abraçam e todos cantam a canção do padre Zezinho: Abençoa Senhor as famílias!!!
O dinamizador vai orientando para que transmitam todo o sentimento de amor e carinho uns para os outros e em prece todos juntos agradecem pela oportunidade de estar juntos nessa existência e que juntos vamos vencer todos os problemas e obstáculos que por ventura existirem.
Foi um dos momentos mais emocionantes de nossa confraternização. Fiz questão de registrá-los. A princípio, uns ficaram meio constrangidos, outros sem saber o que fazer, com medo, envergonhados; é fundamental que se promova momentos como estes pois construir relações é uma arte que precisa ser ensinada, aprendida e exercitada a cada dia. Às vezes, na correria do dia a dia nos esquecemos da importância dos gestos, das palavras, do toque e do olhar que faz a diferença em nossas vidas.