www.jardineirasdeplantao2.blogspot.com


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Recursos e acessórios para a Gincana Folclórica 2017

Divisão dos grupos por meio de bandeirinhas coloridas: de bolinhas e listradas.


Adivinhações de expressões idiomáticas da língua portuguesa, tais como: "com a faca e o queijo na mão", "mão na roda", "andar na linha", dentre outras que foram xerocopidadas e plastificadas. Caso queira projetar a imagem, se for à noite também fica bom. Repasso arquivos, sem problema.


Adivinhações de ditados populares. Arquivo disponível também, basta solicitar por email com antecedência.


Associações de gravuras de ervas medicinais e nomes respectivos. Arquivo disponível.



Trava-línguas. Há vários na Internet.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Vídeo de Catira

A ideia é diversificar! Colocar o pessoal pra dançar outra vertente de dança típica. Vamos ensaiar todos juntos os passos que são simples. O Antônio já providenciou dois tablados de madeirite pra gente bater o pé no chão. Isso porque a nossa localidade que é no Goiás,tem uma veia bem regionalista e que está se acabando pois os antigos que tinham essa cultura de dança. Por isso vamos revivê-la em nossa confraternização temática. Vai ser lindo!!!



A catira tem uma origem muito discutida. Alguns dizem que ela veio da África junto com os negros, outros acham que é de origem espanhola, enquanto estudiosos afirmam que ela é uma mistura com origens africana, espanhola e também portuguesa -- já que a viola se originou em Portugal, de onde nos foi trazida pelos jesuítas.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Decoração Junina

Como já sabem, nossa pegada é bem reciclada. Então tudo que vemos ou encontramos no lixo por aí se transforma em luxo! Primeiro foi uma armação de espelho, aliás, apenas a moldura! Como estava muito "slim", meu cunhado Antônio, gentilmente fez os recortes para transformá-lo em uma estrutura mais quadrada e ficou bem legal com os ajustes de juta e outras cositas que estavam guardadas por lá.

Nada que uma fita crepe e um grampeador de tapeceiro não resolvam!!!! 
Encontramos na internet umas plaquinhas pra usar com fotos bem interessantes. Quem tiver interesse basta solicitar por email que as envio com prazer.





Outra idéia bem simples é reaproveitar os discos de vinil. Coloque os no forno um a um sobre uma vasilha arredondada por alguns minutos somente para o plástico derreter um pouco. Retira com cuidado e já o coloca sobre uma bacia com água fria para moldá-lo. Nesse caso usamos para fazer as carinhas juninas para pendurar nas barracas, os outros serão utilizados para enfeitar a mesa com flores, violetas. Simples assim!!!! Quem disse que precisa ser caro pra ser bonito? Deus ouviu minhas preces e enviou um anjo pra me acompanhar!!!! A minha amiga evangelizadora Cirlene está me auxiliando nesse projeto. Ficaram lindos! Em outro momento fotografaremos o passo a passo dessa atividade com o disco de vinil.




Novamente em nossa vibe de reaproveitamento, a novidade é usar as caixas de leite, limpas, higienizadas para servir pipoca e canjica. Assim as pipocas não vão ficar caindo do saquinho e espalhando pelo vasilhame. Já pensou nisso? Todas as pipocas nas caixinhas de pé? Sensacional!!! Essa ideia veio pra ficar!!!!!



Carretel de fios? Excelente para dispor sobre a mesa arranjos, enfeites, doces.... Em breve! Essa fotografia!

Nada que um retalho de juta ou TNT não transforme em um suporte chique!!!

Nossas placas de indicação de barracas também serão suspensas em cabides. Já pensou em outra utilidade pra ele? Pense! Repense! Crie! Inove! Afinal, "nada se perde, tudo se transforma." Novamente os dotes da Cirlene! Criatividade em pessoa!


Essas flâmulas podem ser utilizadas para vários fins de identificação. Ainda estamos finalizando os detalhes e vamos acrescentar um peso embaixo para o vento não servir de empecilho!!!
É preciso envolver o próprio grupo nas propostas de trabalho. Isso também é laborterapia!!











Meu agradecimento especial a esses meninos e meninas da evangelização infantil e da mocidade que contribuíram significativamente para confecção dos materiais da decoração da nossa festa junina. 
Por isso é importante começar a planejar beeeeeeeeem antes! 
Valeuuuuuuuuuuu!!!!!!

Vamos aproveitar pallets para construção das nossas barraquinhas!!! Muitos são jogados fora e no entanto são tão úteis!
Obrigada Antônio e equipe da Divulgação do Centro Espírita Augusto Elias da Silva!!! Quando fazemos algo para o outro, fazemos como se fosse pra nós mesmos ou para nossa família. Esse é o nosso lema!!

Confraternização de abertura do 2º semestre: Festa Julina Folclórica 2017

Centro Espírita Augusto Elias da Silva
Trabalho Maria de Nazaré
Dia: 30/07/2017
Local: Salão coberto maior . 9:00 horas

A ideia é fazer o “Dia da Família Folclórico”, privilegiando nossa cultura brasileira, convidar as famílias das crianças, jovens e assistidos para esse evento no Centro Espírita Augusto Elias da Silva.
Objetivos:

  • ·         Confraternizar fraternalmente com a equipe de trabalho do Centro Espírita bem como crianças, jovens, adultos e suas famílias num clima de alegria e amizade.
  • ·         Conhecer as raízes do folclore brasileiro por meio de brincadeiras diversas e sua influência e tradicional em nosso dia a dia.




Início com a distribuição de chapéus junino de dobradura para as meninas, detalhes nos chapéus, e lenços coloridos no pescoço dos meninos, maquiagem, prece de abertura, boas vindas e todos no círculo batendo palmas e dançando ao som do som tradicional instrumental de quadrilha. Ao comando dado, todos deverão cumprir as ordens: (quadrilha improvisada rápida: passeio, forró, túnel, cavalgada... carrossel e despedida)

CERIMONIALISTAS: (ANTÔNIO E LENIR)

CERIMONIALISTA – Bom dia! Vocês pensam que acabou? Não!!! Sejam todos bem vindos ao nosso arraiá da Famia Augusto Elias. Vocês sabiam que o folclore está presente em nossas vidas desde que nascemos? (deixa o pessoal interagir e responder) Isso mesmo!!! Crendices populares, lendas, danças, provérbios e adivinhações... São alguns dos elementos que compõem o rico e popular folclore brasileiro. Vamos nos organizar em dois grupos para nossa gincana familiar.

1º Desafio – Cada grupo vai escolher uma cantiga de roda para compor um grito/paródia de paz familiar, vão cantar e dançar, só que necessariamente na canção precisam conter as palavras: confraternização, família e Jesus.

CERIMONIALISTA – Muito bem! No decorrer de nossa esta haverá provas relâmpagos que dobrarão os pontos da equipe. Ao ouvirem esse som de CATIRA ou CATIRETÊ um representante de cada grupo virá aqui para responder uma adivinhação. Caso acertem a resposta, o grupo dobra a contagem de pontos já adquiridos, desde que todos do grupo venham no tablado pra dançarem juntos, no ritmo da canção, serão observados nesse momento, a alegria, união e participação coletiva do grupo. Então vamos lá!!! 

###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: O QUE É O QUE É...PORQUE O GATO MIA PARA A LUA E A LUA NÃO RESPONDE? ( PORQUE ASTRO NÃO MIA)

2º Desafio  – Pergunta/Resposta: Quem sabe dizer o que é feito/transmitido aos bebês de geração em geração para fazê-los dormir? (CANÇÃO DE NINAR) Escolher dois jovens, um de cada grupo pra correr até certo local pra responder a pergunta no papel. [providenciar pincel atômico e papel para as respostas.]

###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: O QUE É O QUE É... QUE DÁ O CRUZAMENTO DE UMA GIRAFA COM UM PAPAGAIO? (ALTO-FALANTE )

3º Desafio  – Os grupos vão se organizar pra juntos montarem uma carta enigmática. O grupo que montar primeiro, sem erro e ler coletivamente o texto.


CERIMONIALISTA – No Brasil, o folclore foi resultado da miscigenação de três povos: indígena, português e africano e da influência dos imigrantes vindos de diversas partes do mundo. Parabéns pra todos! Por isso, se preparem para a próxima atividade.

4º Desafio – Decifrar os ditados populares em emoticons em um tempo determinado. Distribuir cópias com as imagens, papéis e canetas.

###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: O QUE É O QUE É... COMO O CACHORRO FICA QUANDO ESTÁ DESCONFIADO? (COM A PULGA ATRÁS DA ORELHA )

CERIMONIALISTA – Muito bem, ainda quando bebês, somos marcados por costumes e tradições que carregamos por muito tempo. Quem aqui já tomou um chá que a vovó ou a mamãe lhe deu quando reclamam de alguma dorzinha? Isso também é cultura popular!

5º Desafio -  Colocar o nome da erva medicinal na figura correta. (figura da planta com o nome correto.) cidreira, marcelinha, erva doce, poejo, capim santo. [providenciar figuras e nomes das ervas medicinais.]

CERIMONIALISTA – Viram como toda crendice popular faz parte do folclore? Alguém sabe alguma curiosidade da vovó quando o bebê troca a noite pelo dia? (deixa o pessoal interagir)

5º Desafio - Cada grupo escolherá um representante para em estilo caipira contar uma piada que fale positivamente da amizade ou da família.[recursos humanos]

CERIMONIALISTA – Trava-línguas é um tipo de parlenda com o objetivo de entreter a criança. É importante que a frase seja repetida de cor, por várias vezes seguidas e o mais depressa possível.

5º Desafio -  Dispor várias trava-linguas para que alguns escolham pra falar rapidamente.
###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: O QUE É O QUE É... TEM OITO LETRAS E TIRANDO A METADE AINDA FICAM 8? ( BISCOITO)

CERIMONIALISTA – Contar histórias é uma tradição milenar. Ensinar por meio da fala foi, é e provavelmente mais importante da humanidade. Nossos antepassados se sentavam ao redor da fogueira para educar, divertir e “botar medo na garotada”.

5º Desafio -  Colocar 3 pistas em formato de figuras para que cada grupo descubra sobre que CONTO DE FADAS se fala:[providenciar cartazes com figuras ilustrativas para cada lenda.]

·         GATO DE BOTAS – ANIMAL – SAPATOS – OVOS PRECIOSOS
·         CHAPEUZINHO VERMELHO – MENINA – COR - VOVÓ
·         OS TRÊS PORQUINHOS – NÚMERO – ANIMAIS - CONSTRUÇÃO
·         A BELA E A FERA – BICHO – FLOR - PRINCESA

###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: O QUE É O QUE É... QUE É A MELHOR MANEIRA DE CALAR O MUNDO? ( TIRANDO O N ENTÃO FICA MUDO)

CERIMONIALISTA – Quem já brincou de pedra, papel e tesoura? Seu lobo tá ai?  5 marias? Baliza? Adivinhações, cantigas de roda. Infelizmente quando crescemos um pouco mais começamos a nos preocupar e nos interessar por outras coisas. As brincadeiras e os brinquedos mudam

5º Desafio -  Escolher 7 pessoas de cada grupo para formar uma coluna, o primeiro de cada grupo pegará 5 balizas, pedras e logo depois vai passar amendoins com casca, sem deixar cair, de mão em mão, até acabar o tempo estipulado, sem deixar cair nenhuma. [providenciar 4 vasilhas de plástico e amendoins com casca, pedras.]

CERIMONIALISTA
###PROVA RELÂMPAGO###SOM DE CATIRA: UM HOMEM TINHA QUE ATRAVESSAR UMA PONTE. ELA SÓ AGUENTAVA 60 KG. SEM A ROUPA, ELE PESAVA 60 KG. COMO ERA UM HOMEM PREVENIDO, RESOLVEU PASSAR A PONTE PELADO. MAS, MESMO ASSIM, A PONTE CAIU, PORQUE? ( PORQUE UM HOMEM PREVENIO VALE POR DOIS )

5º Desafio -  Descubra a palavra: Chama 3 pessoas de cada grupo, para pronunciar em tom alto, uma sílaba de cada palavra conjuntamente para o outro descobrir. Ao sinal, os participantes falam suas respectivas sílabas, simultaneamente, gerando um som misturado. Cada grupo terá a oportunidade de escutar por 3 vezes para dizer a palavra.

BAN- DEI – RA                QUA- DRI – LHA                  FO- GUEI- RA                    CAI – PI - RA

CERIMONIALISTA – Cada canto do mundo tem seus provérbios, seus ditados, criados apartir dos costumes e das tradições de cada sociedade. E são também passados de boca em boca, com vários significados e conselhos para as pessoas.

5º Desafio -  Adivinhar as expressões idiomáticas da nossa língua portuguesa por meio das figuras que serão apresentadas. O representante de cada grupo que pegar o microfone e dizer corretamente ganha ponto. (chá de cadeira, trocar os pés pelas mãos....)

CERIMONIALISTA – Chegou a hora da fogueira!!! É noite de São João, o céu fica todo estrelado, fica todo iluminado pintadinho de balão. Quanta alegria!!! Quanta confraternização!! O Centro Espírita Augusto Elias da Silva agradece a presença e a participação de todos nesse evento. Quem tá animado aqui minha gente?

6º Desafio -  O desafio de agora é a dança, mas não é qualquer dança, é catira minha gente, todos juntos em círculo vão acompanhar os passos dos nossos dançarinos, mas pra triplicar a pontuação tem que caprichar minha gente!!! Todos juntos com muita alegria e animação. (COLOCAR O SOM DE CATIRA PARA OS DANÇARINOS CATIRETEIROS)

Volta a calma, técnica de respiração, todos juntos abraçados, canta uma música e faz a prece e em círculo distribuem-se as fichas para participação nas brincadeiras nas barracas e alimentação.

Materiais necessários: (Lenir e equipe)
·         Disponibilizar painel moldura e placas pra fotos
·         Som de catira instrumental e vídeo (testar antes)
·         Pincéis atômico e papel para as respostas
·         Cadernos de cerimonial com cópias
·         Carta Enigmática
·         Ditados populares em emoticons
·         Trava-línguas
·         Identificação das ervas medicinais e nominações
·         Figuras que representam expressões idiomáticas da língua portuesa
·         Amendoins e pedras

BRINCADEIRAS: PESCARIA E BOCA DO CHICO = Rosimere e Elaine, Cris e Andréia. Supervisão da Cirlene.
CANJICA E PIPOCA – Lucia, Willamis e Tony
CACHORRO QUENTE E REFRIGERANTE – Mário, Cíntia e Acrecilda
Fotografia – Antônio, Edson, Cíntia e Lenir

domingo, 28 de maio de 2017

Chapéu Junino em Dobradura

Chegou a hora da fogueira! É noite de São João!!! O céu fica todo estrelado.........

Gente!!! Minha amiga Eliana, de Uberlândia, me doou uns papéis lindos, maleáveis e decorados... que não resisti. Vamos novamente esse ano distribuir esses chapéus. Fáceis, rápidos de serem confeccionados. Vão ser acrescentados trancinhas de TNT para as meninas e flores. Vai ficar chique demais!!!

Lógico que todas as comissões vão nos ajudar em tudo!!! Isso também é laborterapia.


 Yasmim, nossa boa samaritana, nos auxiliou nesse momento. Segurou o papel sobre sua própria cabeça para que passássemos a fita crepe ou durex. Pode também cobrir a fita crepe com tiras de TNT, juta, ou tecido de xita.


Nesse momento vocês podem virar o papel mostrando o lado que ficou mais armado.


 As mães fizeram as flores de caixas de ovos pois queríamos mesmo uma pegada bem rústica e os jovens fizeram as tranças para compor o chapéu.


Caso queiram podem recortar as bordas para alinhar ou simplesmente amassá-las manualmente. Sem problema algum.


 Simples assim!!!


Uma lembrança pra criança levar pra casa desse dia tão especial. Também pode ser usado numa festa da primavera.


Como esse chapéu ficou bem feminino, os meninos vão usar lenços de TNT no pescoço.
Existe um outro chapéu que vou mostrar o passo a passo também, sendo mais masculino, porém, normalmente quando usamos certa vez os meninos não gostaram muito de usá-lo. 

Contando uma história - Aula 6 - Jardim - Jesus e seu papai, eu e meu papai.

 Uma evangelizadora muito dedicada da Fraternidade Espírita Bom Samaritano, Arniqueira, DF, nossa amiga super criativa, Fernanda, gentilmente cedeu essas imagens do recurso que fez para ilustrar essa linda história. 

Houve todo um processo de pesquisa e montagem de imagens para conclusão desse belíssimo trabalho.Todas foram retiradas do blog da tia Adelita.
Notem que quando se quer fazer algo em prol do bem conseguimos inspiração pra buscar, pesquisar, incrementar e reaproveitar materiais, no caso, canos e caixa. Ficou muito lindo essa forma de apresentação. Parabéns!!!! 


Conte a história “O que Jesus nos pede” do livro Escuta meu filho, do Espírito Aura Celeste: “O pequeno Zacarias era um menino muito obediente. Toda a vizinhança o estimava muito, porque estava sempre pronto para servir, além de ser delicadíssimo no trato com as pessoas e animais. A mãe do menino chamava-se Ester e era ainda moça e bonita. O pai, Joeb, era um rapagão de trinta 
anos, que ganhava a vida nos rudes trabalhos do campo. Enquanto o pai trabalhava, Zacarias ajudava a mãe nos serviços do lar e estudava. Crescia, assim, exercitando suas faculdades num ambiente de trabalhos e pureza. Certa vez, a mãe adoecera gravemente. Joeb fora obrigado a fazer uma pausa nas lides do campo, a fim de proporcionar à esposa a assistência indispensável. As economias do casal não eram bastantes que permitissem ao marido contratar os serviços de um médico. Assim, passavam-se os dias e a saúde de Ester apresentava graves sintomas. O marido começava a desesperar-se. Que poderia fazer naquela situação angustiosa? Zacarias participava da preocupação do pai. Seu coração de filho amantíssimo estava passando por duros transes. Às vezes, o menino se escondia nos cantos da casa para chorar, longe da vista do pai aflito. 



Certa manhã, em que o Sol dourava ainda mais o chão amarelo de Betânia, Joeb disse ao garoto:
 - Zacarias, meu filho, a lavoura está ameaçada pelas ervas daninhas e sua mãe continua mal. Que sugeres? Devo ir ao campo ou continuar ao lado de Ester?
 - Fica junto de mamãe, enquanto irei substituir-te na lavoura - fora a resposta pronta do menino. - Mas, como, fi lho? Não chegaste ainda aos dez anos! Onde vais arranjar forças para o rude trabalho da enxada?
 - Não penses nisso, pai. Não te aflijas porque tudo há de correr bem. Até mamãe vai ficar boa logo.
- Quem te disse isso, filho? - indagou Joeb, impressionado com o tom firme da voz de Zacarias. O menino observou com íntima alegria o brilho de esperança nos olhos negros do pai e esclareceu:
 - Tenho pedido muito ao Nazareno para curar mamãe...
- Onde o encontraste? Dizem que não existe nada mais difícil que um encontro com esse Jesus que não conhecemos.
- Eu não o encontrei, pai. Faço meus pedidos por meio de minhas orações...
- Entretanto, Jesus não apareceu... - diz Joeb, melancolicamente.
 - Mas aparecerá! Assim me diz o coração - afirma o menino em tom vivo e convicto, enquanto tomava a enxada do pai.
Dentro de pouco, estava a caminho da roça do genitor. A tarefa daquele primeiro dia deixara grandes bolhas nos dedos do menino. As mãos apresentavam manchas avermelhadas com dolorimentos. Mas, Zacarias estava muito satisfeito por sentir-se útil aos queridos pais. Durante as horas de serviço, o pensamento estava sempre na mãezinha enferma. Coitada! Estava tão abatida!... Cada dia parecia mais magra. E se Jesus não atendesse ao seu pedido? Não, tal coisa não aconteceria. Por que, então, aquela certeza, perfumando o coração do menino? 
Esses pensamentos visitavam a cabecinha de Zacarias quando, qual homenzinho, regressava ao lar, de volta do trabalho. A uns cem metros da casinha humilde, encontrou-se com um moço muito belo, que lhe tomou as mãozinhas feridas e as beijou longamente. O menino, encantado e sob as impressões da alegria e da timidez, ouviu a voz suave e cheia de sonoridade divina do desconhecido: - Zacarias, tua mãe está salva. Ela deve agradecer o fato ao teu coração de filho abnegado. Aquele homem alto, em cujo olhar Zacarias contemplava uma luz mais brilhante que a do Sol, falou ainda:
- Há muito tenho escutado as rogativas de tua alma, porém, esperava o instante em que o primeiro sacrifício saísse de tuas mãos. Porque somente àquele que se dispõe à ação, dentro do Amor, é que Deus, o Pai Misericordioso, permite as grandes bênçãos. É preciso fazer alguma coisa para merecer o olhar de Bondade do Pai. Zacarias compreendera que estava diante do Cristo e se jogou de joelhos aos seus pés, beijando-lhe as sandálias rotas. Jesus levantou-o carinhosamente e apontou-lhe o caminho do lar, sem mais uma palavra. O menino tomara a rota indicada com os olhos marejados de lágrimas e o peito arfando em soluços incontidos. Em casa, a doce mãezinha aguardava o filho com as faces bonitas, mostrando o expressivo brilho da saúde que voltara.”




  Parabéns!!!! Que Deus lhe abençõe nessa tarefa bendita de evangelização das almas!!!!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Contando uma história - Aula 10 - Jardim - Jesus, o amigo verdadeiro.

Olá pessoal!!! Pra quem não sabe a cada aula do Jardim de Infância tem uma história específica a ser trabalhada no planejamento do Momento: Aprendendo com Jesus.
Já foram apresentadas várias delas aqui no nosso endereço com o objetivo de ajudar os evangelizadores a confeccioná-las e enriquecer a aula, nessa metodologia que utilizamos.
Sempre com intuito de reaproveitamento de materiais vai mais uma sugestão.
A ideia desse recurso é aproveitar uma caixa de sapato qualquer e fazer uso dessas gravuras lindas e bem expressivas para representar a Sharon e sua família. A caixa vai se abrindo no sentido contrário e a história vai se desenrolando..... Pra tampar as propagandas da marca do sapato alguns recortes de EVA ou papel de presente ficam muito bons. Foi emplastificada por fora para ficar mais durável também.











Querido evangelizador, trabalhe a história espírita infantil “Jesus levanta Sharon”: do livro Escuta Meu Filho, do Espírito Aura Celeste:

 “[...] É a história de uma menina muito bonita, de doze anos de idade, minha fi lha. Os pais da garota eram ainda jovens e desfrutavam uma posição de destaque na cidade em que viviam. Recebiam em sua casa altas personalidades da Galiléia. Não raro eram alvos das atenções do próprio Tetrarca. Contudo, eram simples de coração, e sentiam real constrangimento nos meios em que predominavam a mentira, a falsidade e a pompa. Certa vez, a filhinha daquele casal apareceu doente. Primeiro, uma febre impertinente; depois um grande torpor. A pobrezinha ficou terrivelmente abatida. Como era natural, os pais tomaram-se de profunda aflição. Os melhores médicos foram imediatamente chamados para assistirem à enferma adorada. Todos os esforços, porém, pareciam inúteis naquela dolorosa conjuntura. O pai da criança viu-se obrigado a comparecer à Sinagoga, de onde era uma das figuras mais influentes. Naquela manhã radiosa de sol, o moço buscara a casa secular das tradições religiosas dos avós, com o objetivo de orar. Precisava de alguma luz para o coração conturbado e triste. Quem sabe a Misericórdia Divina baixaria sobre o lar, curando-lhe a filhinha querida! memorável. Jesus falava à multidão. Puseram-se ambos a conversar sobre problemas do Espírito. A palavra do Mestre caía no coração do jovem pai como a chuva fresca molha a terra seca no verão. O moço aflito recolhia cada palavra com a unção extática de um místico. Nunca sentira, como naquela hora angustiosa, tão grave necessidade de reconforto, de compreensão, de estabilidade nos pensamentos desencontrados, de equilíbrio no coração amargurado. Precisava compreender os motivos pelos quais Deus proporcionava dores e aflições a um de Seus Anjos... Se era ele e a esposa que o Pai desejava castigar, por que não o fazia de maneira direta, lançando-os na condição de enfermos? Jesus ouvia o moço com atenção e interesse. Nos seus olhos mansos havia compreensão e piedade. - Nosso Pai, diz o Mestre, sabe o que faz. Ele se inspira na Justiça Eterna porque é a própria Justiça e a Misericórdia sem limites. Naquele momento, um grupo apressado foi ao encontro dos dois. Eis que um homem se destaca do meio do povo e fala com tocante tremura na voz: - Tua mulher te chama, Jairo! Tua fi lha acaba de morrer! Um raio que se abatesse sobre o moço não lhe teria causado dano maior que a brutal notícia que lhe transmitiam. Suas pernas falsearam e teria caído se não o tivesse amparado a palavra do Mestre: - Não te preocupes. Tua fi lha vive ainda, Jairo. - Vamos então, até minha casa. Peço-vos que vejais minha Sharon... Dentro de pouco, Jesus e seus discípulos penetraram os pórticos da luxuosa residência de Jairo, em Cafarnaum. Grande número de pessoas ali se achavam, no afã de servir o jovem casal naquela hora aflitiva. Jesus pede, então, que esvaziem o quarto da menina. Todos se retiram. Ficaram apenas o Mestre, os discípulos e os pais da menina. Jesus aproximou-se da criança. Esta apresentava o aspecto de um cadáver. Não se movia, todo o sangue lhe fugira das faces. O coração parecia imóvel no seu ritmo imperceptível. A formosa mão do Cristo toma as mãozinhas frias de Sharon. Seu Espírito se entrega inteiro à oração e vai transmitindo, àquele corpinho gentil, generosas doses de magnetismo benéfico. O coração da bela menina, como que acionado por desconhecida força, recomeçou a funcionar normalmente. As faces tingiram-se de leve carmim. A boquinha entreabriu-se num meio sorriso de despertar suave. Os olhos moveram-se, lentos, sob as pálpebras, que se descerraram brandamente. E a menina falou, foi a primeira a falar dentre aquelas pessoas emudecidas pela surpresa e pela emoção! - Mamãe! Estava salva.”

Obs: As imagens referentes a essa história posso disponibilizá-la. Basta que me solicite via email. Ok? santaremlenir@gmail.com