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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Recreação: Ping Pong de Balão

No Encontrinho Fraterno também não pode faltar o momento de recreações oficinas e atividades.
 A brincadeira é o momento em que a criança se mostra como é de fato. O jogo simbólico é muito importante nessa hora. Aprendemos muito sobre o eu do outro nessa oportunidade.
A sugestão do nosso encontro é realizar o ping pong de balão. Em grupos cada um segura um prato de isopor ou até mesmo tampas de margarina. Só não pode deixar o balão no chão. Diversão certa para espaços abertos. Vamos fazer em pequenos grupos e o instrumento do jogo deve ser leve para evitar acidentes. Essa é uma das grandes preocupações nossas. Não é mesmo?





Só diversão então!!!

sábado, 4 de julho de 2015

Atividades Educativas Juninas

Para enriquecer o planejamento desse período na escola, confeccionamos juntos com as crianças vários acessórios educacionais que tornarão as aulas mais significativas e prazerosas. E no posto de assistência, também, por que não aproveitá-los na nossa festa junina?


 Os prendedores de roupa foram pintados pelos meus alunos no ano passado. A medida que íamos trabalhando as cores. Na gincana os grupos vão em tempo menor seriar as bandeirinhas e pregadores conforme solicitado.



Outra etapa da gincana será a montagem de um quebra cabeça e escrever no quadro pelo menos 5 itens juninos que aparecem na figura. Escaneei em casa no formato A3. 


 As bolas são de jornal envolvidos com durex colorido. Esse desenho na madeira foi feito pelo nosso querido Cláudio, que saudade!!!


Se quiserem posso disponibilizar as cartelas para impressão. Foram emplastificadas para ficarem duradouras. Lógico!!! Já uso esses materiais a muito tempo!  Não custa nada dá um incentivo na alfabetização. Não é mesmo?



domingo, 2 de março de 2014

Plano B: Atividades e brincadeiras na Educação Infantil

Sabe naqueles dias em que chove, ficamos sem parque, quadra e tudo mais? Ou dependendo da escola, nem tais espaços existem? Pois é, resolvi listar algumas atividades que realizo com a minha turminha para tornar a aula mais interessante e animada.

  1. Brincar de fazer bolinha de sabão. É barato, você compra duas caixas, que vem com 12 frascos em cada uma e quando acabar o líquido você acrescenta outro.
  2. Brincar de leitura animada. Ex: Escolhi a história da "Cachinhos Dourados". Todos em círculo na rodinha, fui contando a história e todos foram juntos dramatizando... ela estava passeando pela floresta, andou mais rápido, correu, parou e avistou uma casinha, empurrou a porta, entrou, sentou, caiu, comeu....................................................dormiu (todos estarão fazendo os gestos ao mesmo tempo). A professora sai da sala e retorna fazendo o papel dos ursos que chegaram, trabalhando as vozes fina e grossa. Quando a menina acorda, dá um grito e sai correndo de medo pelos corredores da escola. Obs: Junto com a professora, que estará dando o comando e o direcionamento. Primeiramente combinamos correndo atrás de mim, sem empurrar, ordenadamente, caso contrário, vira um caos. Ao chegar na sala, eles vão te pedir para recontar a história. É o plano B. Eu o apelidei de "Literatricidade."
  3. Brincar de piquenique. Organizar antecipadamente o que cada um vai levar, aproveitar para trabalhar alimentação saudável, sabores, gostos, cheiros, texturas e tudo o que puder.
  4. Atividades na rodinha: bochechar, fazer barulhos com a boca, sons de letras: "s", "v", "x", "f"...., fazer caretas, dá grito, cantar a canção do alfabeto com voz fina, grossa, alta, baixa, em estilo de rock, samba, sertanejo, dançando, pulando....
  5. Distribui um mini-carrinho para cada criança brincar de passar sobre o traçado das letras do alfabeto.
  6. Acertar a bola na boca do palhaço, que está desenhado na caixa de papelão.
  7. Solicitar aos pais doações de brinquedos para a caixa da turma, dentre outras...
  8. Trabalho com receitas: Fizemos o bolo da "Galinha ruiva" e pão de queijo de forma que cada um modelou sua letra inicial. Isso é que é "se apropriar do conhecimento."!!!
Afinal, nós não estamos na Educação Infantil para alfabetizar, vamos preparar o terreno para isso, trabalhar o corpo, a expressão artística, visual, movimentos, psicomotricidade.... Esse é o nosso papel. Logicamente, tem crianças que vão deslanchar e já possui uma estimulação natural, familiar que já propicia tal desenvolvimento, porém a construção deve ser da criança, nós somos os mediadores.

sábado, 16 de junho de 2012

Brincadeiras Juninas

Festa Junina sem brincadeira não é Festa Junina, não é mesmo? Então aproveite as dicas e sugestões abaixo selecionadas especialmente para encrementar sua confraternização, seja na escola, posto de assistência ou até mesmo na sua casa.

Corrida de sapatos

Desenhe com giz um quadrado com cerca de um metro quadrado no chão. Distante dele, dois ou três metros, desenhe a linha de largada. Os participantes devem tirar seus sapatos e colocá-los no quadrado desenhado anteriormente.
O juiz da brincadeira mistura os pares de sapato, enquanto os participantes se posicionam atrás da linha de largada. Depois do apito de largada, os participantes correm até o quadrado para procurar seus próprios sapatos, calçá-los corretamente, voltar à linha de largada e tocar um sino para dar o sinal de que cumpriram a tarefa.

Corrida do ovo ou do amendoim

Uma ideia é mudar a conhecida brincadeira de apostar corrida equilibrando um ovo sobre uma colher com a boca, substituindo o ovo por amendoins com casca.
Você pode colocar os amendoins em uma bacia sobre a mesa. Os participantes devem sair da linha de largada com uma colher na boca, encher a colher com amendoins, sem a ajuda das mãos, e levá-los até o parceiro que segura o copo de plástico onde devem ser colocados os amendoins. Deixe a brincadeira correr por 60 segundos, vence a dupla que tiver mais amendoins.

Boca do caipira

O princípio é o mesmo do tiro ao alvo. Imprima e cole sobre uma cartolina a figura de um caipira com a boca aberta. Recorte a boca do caipira, de maneira que fique uma abertura generosa onde os participantes deverão acertar as bolinhas.
Desenhe uma linha no chão para marcar o espaço que os participantes devem ficar distantes da figura. O ideal é que a distância seja suficiente para tornar o acerto possível, porém não muito fácil. As crianças vão adorar a figura do Chico Bento engolindo goiabas que, nesse caso, poderão substituir as bolinhas.

Bigode do Caipira

É como a brincadeira de espetar o rabinho do burro, porém, para adaptá-la à festa junina, substitua o burrinho pela figura de um caipira que deve ter seu bigode recolocado.
Basta colar sobre uma lâmina de isopor o desenho do rosto de um caipira e fixar com alfinete um bigode de cartolina. O participante que colocar o bigode mais próximo do lugar correto é o vencedor, mas ele deve fazê-lo com uma venda nos olhos depois de ter dado pelo menos cinco voltas em torno de si mesmo. A brincadeira pode ser feita em duplas, um jogador tenta acertar o bigode, enquanto o outro lhe fornece as coordenadas, no período de três minutos.

Acerte o chapéu

Encha três garrafas PETs com areia e coloque-as no chão. Desenhe uma linha, dois metros distante das garrafas, de onde os participantes terão que atirar os chapéus caipiras. Cada participante tem três tentativas.

Queimada caipira

Material: bola de meias macias, lenços com estampas de bolinha, lenços com estampa xadrez, giz, dado.
Forme dois grupos, sendo que cada um usará o mesmo tipo de lenço. Num determinado lugar da quadra, marque com o giz onde será o “poço”, para onde deverão ir os jogadores “queimados”. Os jogadores misturam-se pela quadra. Um jogador de cada equipe jogará o dado. O que tirar o número maior começará o jogo. O objetivo é “queimar” com a bola de meia a pessoa do “lenço diferente” do seu. Se ela deixar a bola cair no chão, vai para o poço. Se a bola é agarrada por qualquer membro da equipe, o jogador é salvo. Ganha a equipe que “queimar” todos os adversários.

Estoura balões

Material: bexigas e barbantes
Forme duplas com os alunos. Cada participante deve amarrar, com barbante, um balão em cada pulso e em cada tornozelo, no total, cada criança terá quatro balões. As duplas devem dançar enquanto procuram estourar os balões dos outros e, ao mesmo tempo, proteger os seus. Vence a dupla que ficar com pelo menos um balão cheio.

Passa chapéu

Material: um chapéu de palha e aparelho de som
Os participantes sentados no chão ou em pé fazem um círculo. Coloque uma música caipira para tocar, enquanto o chapéu de palha para tocar, enquanto o chapéu de palha vai passando de mão em mão. Se estiverem em pé devem dançar sem sair do lugar. Quando a música parar quem estiver com o chapéu sai da brincadeira.

Sapos em fila

Material: giz e apito
Trace duas linhas paralelas distantes, atrás delas, os participantes são reunidos em dois grupos iguais. Em fila, os alunos seguram firme na cintura de quem está na frente. Dado o sinal, os participantes avançam pulando com os dois pés ao mesmo tempo. Se a fila se romper o grupo volta à linha de largada. Vence a turma que alcançar a linha de chegada primeiro. Atenção: Pode-se fazer mais de duas filhas com os participantes. Exemplo: três filas com três participantes.



domingo, 11 de março de 2012

Organizando um sucatário

"Do mesmo modo que uma biblioteca se compõe de livros, o sucatário é um acervo de sucata, organizada e classificada. Sucata é qualquer coisa que perdeu seu uso original, que se quebrou, que não serve mais ou que não tem mais significado... Coisas aparentemente inúteis, mas que servem para brincar, para dar nova forma e novo sentido. (Sucata é tudo e é nada)
Para montar um sucatário é preciso começar a coletar sucata. Outro requisito é ter espaço, desde uma gaveta, apenas, até algumas prateleiras, um armário ou uma salinha. Depois de resgatado e limpo o material, passa-se a oranizá-lo, de acordo com o espaço disponível.
Uma vez por mês, por eemplo, podemos passar para buscar "preciosidades" no marceneiro (toquinhos e ripas de madeira); na costureira e na malharia (pedacinhos de tecido, lã e linha, carretéis e bobinas), no pediatra (caixinhas de amostra de remédios e folhetos de propaganda dos mesmo, conta-gotas, tubos de esparadrapo...) Crianças maiores e adolescentes também podem comprometer-se a fazer essas visitas mensais.
Esssa proposta requer envolvimento por parte das pessoas interessadas em montar o sucatário: é diferente de ir guardando devagarzinho "sucata caseira" (caixinhas de fósforo e palitos de fósforos riscados, rolhas, embalagens de todos os tipos). De fato, o tamanho do sucatário e sua variedade e diversidade devem estar de acordo com os objetivos de quem dele se utilizará.
Para o educador e para o profissional da área de aretes, é preciso alguma paciência e disciplina para montar um bom sucatário. Isso porque tudo o que está sujo e empoeirado precisa ser limpo, para então ser separado, dividido, classificado. Sempre oservando se: o material resgatado é atóxico? Não oferece risco para quem dele se utilizará? Ninguém vai guardar latas enferrujadas ou tubos de ensaio partidos, não é?
O sucatário deve ser sempre limpo e esteticamete bonito, tão "belo" e "nobre" quanto um varal de papéis de seda colorido ou retalhinhos de papel camurça. Que seja agradável de tocar, que seja estimulante e sugestivo, atraente, e dê vontade de mexer, usar, sentir, pensar e ter idéias para brincar, trabalhar, esburacar e transformar.
Outro jeito de fazer a coleta de sucata é por fases. Trabalhando com crianças e adolescentes, o educador pode fazer listas de sucata para ser trazida, por exemplo, de acordo com as estações do ano. Caroços de frutas da época, flores e folhas secas, paina, pinhas e cascas de nozes.
No verão, cabe coletar palitos de sorvete, embalhagens de creme e bronzeador, tampinhas de regrigerante. Assim propomos também, além de coleta de materiais de sucata, uma maior observação do meio ambiente e das pessoas, dos ritmos da cidade e da natureza, resgatando uma linguagem lúdica e poética associada ao trabalho.
Na verdade, o importante é ter prazer nesse trabalho e encontrar um estilo próprio, seja na coleta, seja na organização.
Pode ser interessante começar a separar primeiro pelo tipo de material: isopor, papel, madeira, lata, plástico, e asssim por diante. Feita essa grande separação, pode-se partir para uma separação mais sutil: madeiras grandes/madeiras médias/madeiras pequenas. Para depois passar a fazer pequenos subgrupos. No grupo de madeiras médias, separar pelas formas: quadrados, retângulos, varetas, palitos, rodinhas. Todos esse trabalho pode ser feito como um jogo de aproximação e afastamento, agrupamento e separação, com o grupo que se interessar a gostar de brincar dessa maneira.
Pouco a pouco, podemos aderir a subdivisões cada vez mais sutis - e esse é um trabalho que leva a área de artes para a matemática, e vice-versa. Poderíamos, no setor de papéis, separar papéis grandes e papéis pequenos; nesses dois grupos, fazer a separação por cores; mais tarde em cada cor encontrar tonalidades e texturas diferentes! Existe também um conteúdo filosófico e afetivo nesse trabalho, quando as crianças percebem que o igual pode ser também diferente; que parecido não é igual; que cada pedacinho de papel é único e poderia se tornar diferenciado por suas características não imitáveis (um rasgo, uma forma maluca, uma mancha de tinta, enfim, pois não estamos lidando com folhas inteiras e "zero-km" mas sim com usadas, coladas, pregadas, amassadas até, que as crianças vão descolar, despregar, desamassar par acolar, pregar e amassar novamente como quiserem.)"

Marina M . Machado, O brinquedo - sucata e a criança, p.26-28,36,37)